Archive for the ‘Sem categoria’ Category

  • Ritmos Afro-brasileiros

    Date: 2022.03.05 | Category: Sem categoria | Response: 11

    BAILE DO SANTO AMARO 🏡👨🏽‍🦳 ( RUMO AOS 20k ) auf Twitter: "O BAILE ALÉM  DE SER O LAZER DA COMUNIDADE, TBM BENEFICIA O DJ, O AMG DA EQUIPE DE SOM, AS
    Baile do Santo Amaro (@BailedoSA, Tweet, 6 março 2020)

    Pessoal, bom dia!

    Esta é a última atividade do Curso de Difusão de Conhecimento “Música, Dança e Novas Mídias Sociais na Educação de Jovens e Adultos (EJA)”. Leia o texto abaixo do Prof. Manoel Messias Pereira, feito para a aula-espetáculo “A Genesis do Ritmo” (Cf. Youtube: https://www.youtube.com/watch?v=nMdOLXaSvwo&t=8s) e deixe seu comentário. Bom trabalho!

    ***

    A vida de cada um de nós é feita de ritmos (Manoel Messias Pereira).

    A vida de cada um de nós é feita de ritmos, é feita de compassos, de silêncios, de intervalos, de movimentos e repetições. Vivendo no interior do Estado, via em cada sábados e domingos as pessoas reunindo -se para fazer e apreciar músicas. E nem sempre essas músicas estavam na ordem do dia. Era de uma visão, conhecida como músicas regionais ou caipira.

    O meu primeiro contato com a música foi observando os primeiros sanfoneiros ou acordeonistas apresentarem-se nos bailes de barracas. Geralmente ficavam sobre uma mesa de madeira ou um tablado, onde tocavam os múltiplos ritmos, como os boleros, as valsa, os xaxados, os recortados, rancheiras, baião, pagode sertanejo, o samba, as polcas, os rasqueados, cana verde, ritmos que quase ninguém hoje pronuncia-se.

    Um belo dia eu vi uma bateria na minha casa o meu tio Leonício, que Deus tenha o bem guardado no Reino do Céu, como diria meus parentes. Ele comprou uma bateria e pela história do instrumento, descobri que foi a bateria do Tio Dong, que se apresentava no “Maraquiara”, uma boate bem falada aqui em São Jose do Rio Preto -SP.

    Logo vi pessoas amigos dele chegar e começarem a tocar, pessoas como o Toninho (Índio) que por muito tempo tocou com o “J” (um acordeonista), que foi o pai do músico Vavá, que acompanhou diversos artistas em São José do Rio Preto. E na época fez um Trio entre Vavá, Vadeco e Nestor. Hoje Vadeco e Nestor já estão também com Deus.

    Vi o meu tio esforçando para tocar, aquele maluco só sabia fazer um acorde da música dos Beatles no contrabaixo e fazia esse acorde quase uma hora sem parar. Minha avó dizia “não aguento mais, vou dormir na rua”. E quando ele saia, eu tentava ocupar a bateria com os ritmos na cabeça e ia assim tentando evoluir sozinho na bateria.

    Uma das coisas que observei é que os ritmos todos tem o uso da matemática, e tudo é contagem, portanto fui aprender isto sozinho. Até que ao entrar na escola, tive uma professora Dona Vanda Maia, que falava dos tempos das músicas, falava e apresentava a pauta e o pentagrama. Gostava de hinos cívicos e de músicas folclóricas. Quando eu falava dela e sobre as suas aulas diziam: “coitada é uma solteirona”. Mas deixa pra lá.

    O ritmo é um termo grego “rhytmos” que significa qualquer movimento regular, constante e simétrico. É uma palavra que parece simples, porém guarda aspectos complexos. E o primeiro momento quando se fala em ritmos fala-se de ritmos cardíacos e eu vejo até um certo movimento que o coração é impulsionado pelo sangue através da sístole, quando o coração se contrai. Mas quando penso no coração penso na emoção. E nos ritmos que causam toda a emoção que fizeram e fazem nas pessoas ao ouvir a música, dançar, bailar, e assim dei o nome para essa aula de “Genesis do Ritmo”.

    A palavra Gênesis traduz a criação do mundo. Na criação do ritmo do mundo está a música, o movimento, a arte de encantar, dançar, bailar e namorar. E assim fui apresentado vários ritmos como: o xote, um ritmo muito conhecido por aqui pelo interior do Estado de São Paulo, executado nos forrós, que dizem ser binário ou quaternário. Na prática conta-se 1, 2 e 1, 2, 3 e no quarto tempo volta-se para o primeiro. Um ritmo bom de dançar. Entre as músicas conhecidas destes ritmos temos: “A menina linda”.

    Outro ritmo conhecido por aqui é o rasqueado, a polca e a polca paraguaia, que é um ritmo que se toca muito nos “Bailes de Barracas”. Eu posso testemunhar que fez e faz muito sucesso em todo o interior, assim como em todo Mato Grosso do Sul, onde estive tocando aos 16 anos de idade.

    Outro ritmo apresentado foi o samba sertanejo, que tens alguns aspectos um pouquinho diferente e nasceu mais no campo por aqui, um pouco diferente do samba carioca ou baiano. A contagem é 1, 2 e 3. É um canto violeiro.

    Outro momento que recordo é a música que virou uma febre nos forrós e que foi modificada e gravada por Roberto e Meirinho, dupla nascida próxima de São José do Rio Preto, na cidade de Guapiaçu. A música que fala: “Ôh mais tu tá comendo vidro menino? / Não pai, eu tô chupando é pedra d’água”, foi recriado o ritmo que eles gravaram lá na Fazenda da Matinha, onde tinha o campo de futebol e no sábado tinha o “Baile de Barraca”. E quem fez essa mudança na música original foi o Benedito Natal Barbosa, o Ditão, que é funcionário lá na Câmara Municipal, é o porteiro lá. A testemunha disso é o locutor Marcelo Gonçalves, que foi vereador, deputado e secretário de estado. O Meirinho disse que iria gravar a música do jeito que nós tocávamos. E gravou e foi um sucesso. Essa era a forma como nós tocávamos xote, quase vanerão, bem-humorado.

    Na aula-espetáculo: “A Genesis do Ritmo”, fui narrando trechos dos ritmos, tais como, valsas, valsinhas, arrasta-pés, que sempre inspiraram muito. Antigamente nos bailes, dava sempre vontade de rir, pois via cada ser dançante como um personagem do próprio movimento. É bastante interessante.

    Toquei bateria com vários amigos, tais como o Graciani (falecido), que a última vez que tocamos juntos estávamos eu o falecido Avelino e com uma guitarra na Creche de Livia. Hoje é uma creche da prefeitura, mais na época era uma creche espírita. Toquei com os Irmãos Moreno, o Ditão e com o Euclides Poiana.

    O Euclides Poiana adorava tocar uma “rancheira mazurca”. Um homem simples, muito correto e que gosta de tocar sanfona. Andamos por toda a região, hoje a idade chegou para nós dois. Ele é natural de Potirendaba, mas hoje reside em São José do Rio Preto. E muito dos companheiros todos já faleceram. Por muito tempo apresentávamos todos os domingos no “Clube da Viola” lá no “Asa Delta”.

    Nós que moramos no interior fazemos coisas na música que muitos dos historiadores não conseguem registrar, muita coisa foi apresentada por aqui e foi enterrada, sem que ninguém soubesse. Aqui próximo de São José do Rio Preto havia a Festa de São Sebastião em que se fazia, comidas e doces para todos. A festa saia numa procissão que ia de casa em casa e numa das fazendas fazia a festa que encerrava com o “Baile de Barraca”. Era interessante ver aqueles homens passarem banha de porco no cabelo e ver tudo aquilo encher de poeira. Eu mesmo fiz uma destas festas com o Benedito, que quase rasgava sanfona de tanto abri-la.

    Outros lugares que íamos enfrentávamos desentendimentos e desinteligência, mas tínhamos a elegância de apenas tocar e anunciar a coroação da rainha, enquanto o povo brigava. Mas isto faz parte de um acervo maior do que as memórias. É um Patrimônio Cultural que precisa e deve ser preservado para o bem da história, para o bem do Brasil.

    Manoel Messias Pereira, músico e professor de história.

  • Atividade do Curso de Extensão Universitária: Território Caipira: Agroecologia, Agrofloresta e Saúde no Solo

    Date: 2019.09.17 | Category: Sem categoria | Response: 2

    A imagem pode conter: crepúsculo e comida

    Produção de milho crioulo guarani por família do Assentamento Apolônio De Carvalho.

    Bom dia Amig@s do Curso de Extensão! Tudo bem?

    A atividade proposta é retomar a temática sobre alimentação e ampliar a discussão sobre a produção de alimentos: produção de milho na roça, industrializado; milho transgênico e orgânico.

    Vamos introduzir o tema da produção de milho na roça a partir de duas canções:

    1) “Rocinha de milho” (Tonico e Tinoco), disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=ynYNM8-us_U

    2) “Colheita do milho” (Chitãozinho e Xororó), disponível em: https://www.letras.mus.br/chitaozinho-e-xororo/167437/

    Vamos também introduzir o debate sobre mudanças atuais quanto à produção de milho (industrializado e transgênico x orgânico) a partir das matérias sobre o tema, disponíveis em:

    “Milho transgênico pode fazer mal à saúde”:

    http://www.ihu.unisinos.br/561434-milho-transgenico-pode-fazer-mal-a-saude-dados-sao-revelados-pela-monsanto-apos-acao-judicial

    “Semente de milho orgânico chega ao mercado”, disponível em:

    http://revistagloborural.globo.com/Noticias/Agricultura/Milho/noticia/2014/06/semente-de-milho-organico-chega-ao-mercado.html

    “Milho transgênico pode provocar tumor” https://www.youtube.com/watch?v=3HOjKbdSqvk

    e https://www.facebook.com/BrasilSemMonsanto/posts/1562159240478198:0

    Para finalizar a atividade, vamos desenvolver um texto (1 parágrafo) sobre os aspectos positivos e negativos da atual forma de produção e consumo de alimentos, propondo o resgate de práticas de produção e consumo de alimentos vivenciadas no cotidiano. O parágrafo deve ser postado neste blog (Local: “Deixe uma resposta”).

    Saudações, Prof. Fábio Villela.

  • As Ewês Medicinais: da África ao Brasil

    Date: 2018.11.08 | Category: Sem categoria | Response: 22

    Bom dia queridos alunos! Tudo bem?

    Ossain é detentor de todos os segregos das Ewê (folhas, ervas, plantas), suas atribuições e usos medicinais. Conta a lenda que Ossain havia recebido de Oloduramaré o segredo d as ervas. Estas eram de sua propriedade e ele não as dava a ninguém, até o dia em que Xangô se queixou à sua mulher, Oiá-Iansã, senhora dos ventos, de que somente Ossain conhecia o segredo de cada uma dessas folhas e que os outros deuses estavam no mundo sem possuir nenhuma planta. Oiá levantou suas saias e agitou-as impetuosamente. Um vento violento começou a soprar. Ossain guardava o segredo das ervas numa cabaça pendurada num galho de árvore. Quando viu que o vento havia soltado a cabaça e que esta tinha se quebrado ao bater no chão, ele gritou: “Ewé O! Ewé O!” (” Oh! As folhas! Oh! As folhas!”), mas não pôde impedir que os deuses as pegassem e as repartissem entre si . Ossain vive na floresta, em companhia de Àrònì, um anãozinho, comparável ao saci-pererê, que tem uma única perna e, segundo se diz no Brasil, fuma permanentemente um cachimbo feito de casca de caracol enfiado num talo oco cheio de suas folhas favoritas. Um exemplo de ewê é a arruda, planta aromática usada contra maus fluidos e olho-grande. Suas folhas miúdas são aplicadas nos “bori”, banhos de limpeza ou descarrego, o que é fácil de perceber, pois se o ambiente estiver realmente carregado a arruda morre. Ela é também usada como amuleto para proteger do mau-olhado. A arruda é também aplicada contra a verminose e reumatismos, além de seu sumo curar feridas. Para esta postagem o aluno deve descrever alguma planta medicinal que conheça ou utilize. O texto descritivo é um tipo de texto que envolve a descrição de algo, seja de um objeto, pessoa, animal, lugar, planta, acontecimento, e sua intenção é transmitir para o leitor as impressões e as qualidades. Como atividade complementar o aluno pode escutar a música “Ossain (Bamboxê)”, composição de Antonio Carlos Pinto, Jocafi, Ildásio Tavares (Link:  https://www.youtube.com/watch?v=15yGT-D-5Fc ).

    Ossain (Bamboxê)

    Composição: Antonio Carlos Pinto, Jocafi, Ildásio Tavares

    3x

    Aguê, aguê

    Ialaduiê, evilalá é

    É de Luanda

    3x

    Ewe-ô Ossain

    Ewe-ô

    3x

    Bamboxê

    Me aguemirô

    Aê-aê  (Aguê Aguê)

    (Antonio Carlos e Jocafi, no LP Cada Segundo / 1972).

  • Território Caipira: Saúde no Solo I

    Date: 2017.07.03 | Category: CECMundoRural, Sem categoria | Response: 5

    Resultado de imagem para cromatografia pfeiffer

    Bom dia amig@s do mundo rural! Tudo bem?

    Esta é a área para a postagem de um breve relato das atividades do módulo Saúde no Solo I. Vocês devem fazer uma reflexão, de no máximo 2 parágrafos, sobre à temática desenvolvida no curso de extensão, a partir da sua experiência e da leitura dos textos do curso.

    Vcs podem dar uma olhada na Cartilha de Saúde no Solo do Eng. Oliver Branco:

    https://pt.slideshare.net/OliverBlanco01/cartilha-da-saude-do-solo-cromatografia-de-pfeiffer

    Abraços, Prof. Fábio Villela.

  • Excursão Didática Horta Mandalla – Ipiguá – SP

    Date: 2016.11.22 | Category: CECMundoRural, Sem categoria | Response: 12

    Resultado de imagem para horta tipo mandala

    Car@s Alun@s da Pedagogia Ibilce/Unesp-Rio Preto, bom dia!

    Estamos organizando uma excursão didática dos alunos da Pedagogia do Ibilce/Unesp – São José do Rio Preto à Horta Mandalla de Ipiguá – SP.

    O que é a Horta Mandalla? Mandala significa círculo mágico, concentração de energia, e é considerada universalmente, como o símbolo da integração e da harmonia. Inspirados nesse conceito, o casal Ceci e Reinaldo criaram em Ipiguá – SP uma horta orgânica em torno de um círculo côncavo de barro rodeado por outros nove círculos com produtos hortifrutigranjeiros, sendo que cada um deles representa um dos planetas do sistema solar. Para quem ainda não conhece uma horta orgânica, a visita irá colocá-lo diante dessa nova realidade concreta.

    Maiores informações sobre a Horta Mandalla você poderá acessar o link:

    https://awebic.com/cultura/horta-organica/

    Haverá um ônibus institucional para a viagem da Unesp-Rio Preto / Horta Mandalla-Ipiguá /Unesp-Rio Preto, no dia 03-12-2016, sábado, em frente ao saguão principal do Ibilce/Unesp-Rio Preto, a partir das 7h:30min., com saída às 8h:00min. Não há custos, somente o participante deverá levar dinheiro se quiser adquirir os produtos da Horta Mandalla.

    A excursão didática será monitorada por companheir@s do Centro de Estudos e Culturas do Mundo Rural. Assim, solicitamos que você confirme sua presença, enviando nome completo, RG e RA para o endereço eletrônico: fabio@fabiofernandesvillela.pro.br, até no máximo 01-12-2016.

    Programação na Horta Mandalla:

    8 às 9 horas: Chegada e recepção.

    9 às 11:30 horas: Visita monitorada às instalações da Horta Mandalla.

    11:30 horas: Lanche coletivo (o participante deverá levar uma pequena porção de alimentos: bolos, sanduíches, etc., chás, café e/ou suco) para partilhar coletivamente com os participantes.

    12 horas: Retorno para São José do Rio Preto – SP.

    Saudações, Prof. Fábio Villela.

  • Visita Coletiva à Escola Nacional Florestan Fernandes – ENFF – Convite e Programa

    Date: 2012.03.16 | Category: Sem categoria | Response: 0

     

    (Escola Nacional Florestan Fernandes  – ENFF  Guararema – São Paulo – SP – Brasil)

    Bom Dia Amigos do Mundo Rural! Tudo bem?

    Situada em Guararema (a 70 km de São Paulo), a Escola Nacional Florestan Fernandes foi construída, entre os anos 2000 e 2005, graças ao trabalho voluntário de pelo menos mil trabalhadores sem terra e simpatizantes. Nos cinco primeiros anos de sua existência, passaram pela escola 16 mil militantes e quadros dos movimentos sociais do Brasil, da América Latina e da África. Não se trata, portanto, de uma “escola do MST”, mas de um patrimônio de todos os trabalhadores comprometidos com um projeto de transformação social. Entretanto, no momento em que o MST é obrigado a mobilizar as suas energias para resistir aos ataques implacáveis dos donos do capital, a escola torna-se carente de recursos.  Nós não podemos permitir, sequer tolerar a ideia de que ela interrompa ou sequer diminua o ritmo de suas atividades.

    A escola oferece cursos de nível superior, ministrados por mais de 500 professores, nas áreas de Filosofia Política, Teoria do Conhecimento, Sociologia Rural, Economia Política da Agricultura, História Social do Brasil, Conjuntura Internacional, Administração e Gestão Social, Educação do Campo e Estudos Latino-americanos. Além disso, cursos de especialização, em convênio com outras universidades (por exemplo, Direito e Comunicação no campo). 

    O acervo de sua biblioteca, formado com base em doações, conta hoje com mais de 40 mil volumes impressos, além de conteúdos com suporte em outros tipos de mídia. Para assegurar a possibilidade de participação das mulheres, foram construídas creches (as cirandas), onde os filhos permanecem enquanto as mães estudam.

    Segue abaixo o convite e o programa para a visita coletiva à Escola Nacional Florestan Fernandes  – ENFF. Saudações, Prof. Fábio Fernandes Villela.

    Car@s Amig@s,

     A Associação dos Amigos da Escola Nacional Florestan Fernandes está organizando a próxima visita coletiva à Escola, no dia 31 de março 2012, sábado.

    Para quem ainda não conhece esse projeto, a visita vai colocá-lo diante de uma nova realidade concreta, construída, de forma voluntária e coletiva, pelos próprios alunos, que aponta para um futuro no qual a dignidade do ser humano não será mais privilégio de poucos.

    Além disso, você vai compreender que a Escola não é um projeto acabado, é um projeto em construção e sua visita tem também a intencionalidade de convidá-l@ a participar dessa construção. Sem você, sem todos nós, esse projeto não é possível.

    O custo da visita é de R$ 30,00, valor repassado para a ENFF para contemplar custos com café da manhã e almoço.

     Haverá uma van/onibus para a viagem São Paulo-ENFF-São Paulo, por isso pedimos que envie a informação se irá com meios proprios ou com o transporte que vamos contratar, o ponto de encontro será na Estação de Metrô Armenia (esquina da Av. do Estado com Rua Pedro Vicente, ao lado do ponto de taxi) , com saída as 7:30 horas e custo de R$20,00 por pessoa.

    Para que tod@s tenham um bom proveito desse passeio, que será monitorado por companheir@s da ENFF, o grupo será de no máximo 90 pessoas. Assim, solicitamos que você confirme sua presença, enviando nome completo, RG e comprovante do depósito das despesas de alimentação e/ou ônibus (Associação dos Amigos da ENFF, CNPJ 11.453.647/0001-95, Banco do Brasil – Ag. 3687-0 – Conta 285076-1) para o endereço eletrônico visitaenff@amigosenff.org.br, até o dia 28 de março.

    Programação na ENFF:

    8:30 às 9 horas: Chegada, recepção e café

    9 às 12 horas: Exibição do vídeo “ENFF – Uma Escola em Construção”, Apresentação do projeto da ENFF e da Associação dos Amigos da ENFF, Debate

    12 às 13 horas:  Almoço

    13 às 14 horas:  Visita monitorada às instalações da ENFF.

    14 às 15 horas:  Momento de solidariedade, depoimentos e mística de encerramento

    Contamos com a presença de tod@s!!!

    José Arbex Junior – Associação dos Amigos da ENFF

    Geraldo Gasparin – Escola Nacional Florestan Fernandes

  • Continuam abertas inscrições para Orquestra de Viola Caipira

    Date: 2011.04.15 | Category: CECMundoRural, Sem categoria | Response: 2

    Continuam abertas inscrições para Orquestra de Viola Caipira

    A Prefeitura de São José do Rio Preto, por meio da Secretaria Municipal de Cultura, continua com inscrições abertas para a Orquestra de Viola Caipira. As aulas são ministradas sempre as terças-feiras, com turmas de manhã e a tarde, na Escola de Competências Deputado Roberto Rollemberg. Participam do projeto 40 crianças e jovens, com idade entre 10 e 16 anos.

    Símbolo da música sertaneja de raiz, a viola caipira é um instrumento que possui dez cordas, dispostas em cinco pares. Sua forma é semelhante ao violão, sendo que a principal diferença é o tamanho reduzido da escala e da caixa de ressonância. Seu formato possibilita a obtenção de notas mais agudas.

    Serviço
    Projeto Orgulho Caipira – Orquestra de Viola Caipira
    Aulas: terças-feiras, manhã e tarde
    Local: Eco – Escola de Competências Deputado Roberto Rollemberg, rua Geraldo Barbosa de Oliveira, 2.901 – Santo Antônio
    Informações: (17) 3217-5549

  • Redescobrir Talhado, Distrito de São José do Rio Preto – SP – Brasil

    Date: 2011.04.07 | Category: CECMundoRural, Sem categoria | Response: 0

    Talhado

    Com 5,5 mil habitantes, o distrito ganhou recente projeção no Estado por abrigar uma propriedade rural com boas práticas de gestão empresarial, a Estância Encantada, que produz 350 mil litros de leite/ano. As trilhas do distrito sediaram competições esportivas como a Copa Sundown de Mountain Bike, com ciclistas de todo o Estado. Constam como fundadores as famílias Pimenta (1912) e Ávila (1922), mas os dados da subprefeitura indicam que a família de José Pinto (Zeca Pinto) chegou à região em 1889.

    Origem: passa a distrito em 30 de novembro de 1944
    História: em 1903, o povoado era conhecido como Fazenda Talhado
    Matriz: a Igreja de São Sebastião foi criada em 1927
    Localização: acesso pela BR-153 (sentido Rio Preto – Nova Granada)

    Talhado é um povoado que pertence a São José do Rio Preto, está distante cerca de 15 quilômetros desta cidade, a ele se tem acesso pela rodovia Transbrasiliana, a BR 153 e pela vicinal Alcides Augusto Ávila. No site da prefeitura de São José do Rio Preto e no site do IBGE, a localidade ainda é tratada como distrito, mas o cartório de paz, que dá condições legais de tal estato político, foi desativado em 1972.

    O núcleo que deu origem ao antigo distrito existia desde 1903, a doação do terreno que se tornou o patrimônio de São Sebastião foi feita por Alcides Augusto Ávila, a capela foi construída por volta de 1927. Consta que o vereador Francisco Zeferino do Carmo proibiu o sepultamento no cemitério da região por falta de higiene. A localidade ainda foi atingida por febre palustre que provocou uma epidemia.

    Talhado figurou pela primeira fez como distrito de Rio Preto em 1944. Em 1948 a localidade possuía 2.683 habitantes. Em 1972 perdeu a condição de distrito com a desativação do cartório de paz, voltando a ser um povoado.

    Hoje a localidade está totalmente integrada por meio de transporte urbano a São José Rio Preto. As ruas são asfaltadas, possui sub-prefeitura, posto policial e escolas. Atualmente o cemitério de Talhado exerce um papel fundamental, matimortos e indigentes são enterrados ali por um período de 3 anos. Depois os restos mortais são transferidos para o ossuário do cemitério São João Batista em São José do Rio Preto.

    Referências:

    ARANTES, Lelê. Dicionário Rio-Pretense, a história de São José do Rio Preto de A a Z. 2. ed. São José do Rio Preto: Casa do Livro, 2001. pp. 243 e 244.
  • As Violas Portuguesas, Origem da Viola Caipira

    Date: 2011.04.05 | Category: Sem categoria | Response: 2

     

     

    Existem actualmente em Portugal continental cinco tipos de viola popular correspondentes a outras tantas regiões, dos quais dois se encontram em plena vigência, outro já completamente fora de uso e os dois últimos em vias de extinção. São elas, a Viola Braguesa, a Viola Amarantina (ou de dois corações), a Viola Toeira (ou de Coimbra) , a Viola Beiroa (ou “bandurra”) e a Viola Campaniça (ou alentejana).

     Todas estas violas portuguesas pertencem a um género musical exclusivamente lúdico e festivo e integram o mesmo tipo fundamental – com a caixa de ressonância composta de dois tampos chatos e quase paralelos, com cinta de “enfranque” variável, formando dois bojos – comum a todos os cordofones da família das “guitarras” espanholas e europeias, a que pertencem.

    Características

    As violas braguesas são construídas por uma indústria violeira outrora localizada em Guimarães e Braga, onde a sua existência surge documentada desde o séc. XVII. Actualmente, esta indústria apenas subsiste nos arredores de Braga e do Porto, daí abastecendo o resto do País. As madeiras mais usadas no fabrico da braguesa são o pinho de Flandres para o tampo da frente – em exemplares mais modestos utilizam-se o choupo ou a tília – e a nogueira para o fundo. Tampo e fundo da viola são normalmente feitos em duas pranchas de madeira unindo-se os veios simetricamente. As ilhargas são feitas em nogueira, o braço em plátano, amieiro, tília ou castanho. A escala é normalmente de pau-preto ou madeira escurecida, sendo ainda frequentes alguns cavaletes pintados de preto.

    As dimensões destas violas não são constantes, fabricando-se hoje maioritariamente em dois tamanhos: um maior, para tocar em conjuntos com outros instrumentos – nomeadamente o cavaquinho -, e outro mais pequeno, a “requinta”, tocada a solo ou acompanhando o canto. O formato maior mede cerca de 90 cm de comprimento total; 45 cm de caixa, 22 de cabeça e 23 de braço e 50 cm da pestana ao cavalete, ou seja a parte vibrante das cordas. O formato menor mede cerca de 77 cm de comprimento, com 25 na largura máxima e 42 da pestana ao cavalete.

    Hoje em dia, a viola braguesa mais característica tem a abertura central em forma de “boca de raia”; embora os modelos e representações mais antigos mostrem apenas bocas redondas ou ovais deitadas. As suas cinco ordens normais são de cordas duplas em aço fino ou “arame”, à excepção dos dois ou três bordões – no passado eram usadas cordas de metal amarelo para as terceiras.

    Encordoamento

    É de cinco ordens de cordas metálicas duplas. Possuindo hoje maioritariamente dez cravelhas, alguns exemplares existem, porém, com as doze cravelhas de madeira habituais nas antigas violas portuguesas setecentistas (cit. Manuel da Paixão in Nova Arte da Viola – 1789). Em termos históricos, não deverá excluir-se a possibilidade de as actuais violas braguesas não terem realmente sofrido qualquer redução no seu número de cordas, representando antes o prolongamento de um tipo anterior – já possivelmente representado em Braga, cerca de 1789 – com carácter autónomo.

    Afinações

    A sua afinação varia de acordo com a região onde é tocada e o tipo musical a que se destina. Assim sendo, o valor das notas não é absoluto, estabelecendo-se este de acordo com a afinação dos demais instrumentos com os quais a braguesa toca conjuntamente, e com as indicações específicas de cada músico ou autor. Manuel da Paixão Ribeiro, por exemplo, aponta a afinação (do agudo para o grave) mi-si-sol-ré-lá, também característica da viola toeira de Coimbra e da guitarra espanhola dos sécs. XVI-XVII. Michel Angelo Lambertini refere a de lá-mi-si-lá-ré. Os violeiros actuais afinam a braguesa como a guitarra – ré-lá-si-mi-lá -, suprimindo a sexta corda – afinação usada por Júlio Pereira baixando-lhes 1 tom – do-sol-lá-ré-sol. Para a requinta indicam ré-sol-si-fá#-lá. Acompanhando o cavaquinho, a viola braguesa afina como este na chamada “moda velha”, seguindo um tipo de afinação diferente quando tocada a solo.

    Sendo o mais importante e característico instrumento de cordas no acompanhamento próprio das rusgas, chulas e desafios do noroeste do País, a viola braguesa é tradicionalmente tocada sozinha, a solo ou acompanhando o canto, ou ainda – mais frequentemente – ao lado do cavaquinho, violão, bandolim e rabeca. Quase extinta nas restantes áreas geográficas do País, a viola braguesa foi longamente olhada enquanto instrumento representativo de um carácter regional figurado apenas nas alegres danças e nas canções fluentes do norte português. Na actualidade, e desde meados da década de 70, por influência de um movimento geral de recuperação dos elementos tradicionais e nacionais mais significativos, a viola braguesa – a par do cavaquinho e de outros instrumentos próprios à identidade portuguesa – encontra-se em diversos novos grupos musicais urbanos representando o exemplo vivo de uma antiga forma renovada.

    Fonte: http://www.juliopereira.pt/INSTRUMENTOS/Braguesa-Historia.htm

  • Saci Pererê para Mascote da Copa de 2014

    Date: 2011.04.03 | Category: Sem categoria | Response: 0

    Entidade faz campanha na internet para ter o Saci Pererê como mascote da Copa-2014

    A ONG Sosaci (Sociedade dos Observadores do Saci) lidera um movimento na internet para ter o personagem como símbolo do Mundial de futebol que acontece em 2014. No site da entidade, há links para os internautas mandarem suas mensagens à CBF (Confederação Brasileira de Futebol).

    “Ele tem tudo pra ser um bom representante. É um símbolo nacional, pois tem origem indígena, influência do negro e um pouco do europeu, representando a formação do brasileiro. É esperto, brincalhão e alegre –o típico brasileiro”, defende o economista e “saciólogo” Mário Cândido da Silva Filho, da Sosaci.

    Sobre o fato de o personagem ter apenas uma perna, ele responde: “Tivemos grandes ídolos do futebol [com problemas nas pernas] como o Garrincha. Talvez com uma perna só o Saci consiga fazer muitas coisas que outros não conseguem com duas.”

    Outras vantagens citadas pela ONG seriam o não-pagamento de direitos autorais e a divulgação mundial de uma lenda da cultura brasileira.

    No dia 31/10 comemora-se o Dia do Saci, data em contraposição ao Dia das Bruxas (ou Halloween), ainda não-oficial, que é objeto de um abaixo-assinado da entidade.

    Site da Sociedade dos Observadores de Saci: http://www.sosaci.org/

    Caro(a) saciólogo(a),

    Se você apoia a sugestão da SOSACI de termos o Saci como mascote da Copa 2014, que tal encaminhar mensagens diretamente à CBF http://www.cbf.com.br/?
    O endereço da Assessoria de Imprensa (Fale conosco) é: comunicacao@cbffutebol.com.br . Sr. Rodrigo Paiva.

    Veja o texo original do Mouzar Benedito

    “Que tal começarmos já uma campanha para que a mascote seja o Saci?
    Veja as vantagens:
    Primeiro, não seria preciso pagar direitos autorais a ninguém. No máximo, o que poderia ser feito é um concurso para cartunistas etc, para escolher o melhor desenho.
    E por que o Saci?

    – Ele é a síntese da formação do povo brasileiro:
    É o mito brasileiro mais popular, o único conhecido no Brasil inteiro (Boitatá, Curupira e mesmo a Iara requerem explicações quando a gente fala deles, em alguns lugares. O Saci não).
    É o típico brasileiro: mesmo pelado e deficiente físico, é brincalhão e gozador.

    E tem mais:

    – no início era um indiozinho protetor da floresta. Tinha duas pernas.
    – depois foi adotado pelos negros e virou negro. A perda de uma perna tem
    várias histórias. Uma delas é que ele foi escravizado, ficou preso pela perna, com grilhões, e cortou a perna presa. Preferiu ser um perneta livre do que escravo com duas pernas. É um libertário, então.
    – dos brancos, ganhou o gorrinho vermelho, presente em vários mitos europeus. O gorrinho vermelho era também usado pelos republicanos,
    durante a Revolução Francesa. Na Roma antiga, os escravos que se libertavam ganhavam um gorrinho vermelho chamado píleo.

    Só ná tem orientais nessa história porque eles chegaram mais tarde, já no século XX. Mas dizem que já foi visto um Saci de olhinhos puxados, no bairro da Liberdade, o Sashimi.
    Você pode entrar no sítio da Sosaci que tem um monte de histórias de gente que viu o Saci, inclusive esse Sashimi (é a quarta ou quinta história).

    Então, olha aí uma proposta, pedido, convocação ou sei lá o quê: entre nessa também.
    Se você topar, vai ser uma baita força. Ajude a divulgar esta idéia e, se tiver condições, escreva, fale com quem tem espaço na mídia para que declarem sua adesão nos jornais, revistas, rádio, TV, blogues etc.

    Já pensou o Saci em camisetas no mundo inteiro? Ele provocaria muito interesse dos outros povos para a cultura popular brasileira. Coisa que esses símbolos bestas (como o dos Jogos Panamericanos) não fazem.”

    Veja também no Google (Saci na Copa 2014). Ali você encontrará opiniões pró e contra a proposta da SOSACI.

Nuvem de tags

Categorias

Agenda

julho 2022
S T Q Q S S D
 123
45678910
11121314151617
18192021222324
25262728293031

Lista de Links

Tópicos recentes

Pesquisar