Posts Tagged ‘talhado’

  • Blog de Aula – Mutirão de Sociologia no Programa “Nosso Campo” da TV TEM

    Date: 2011.12.06 | Category: CECMundoRural | Response: 2

    Bom Dia Amigos do Mundo Rural! Tudo bem?

    Gostaria de partilhar com todos que nosso Projeto de Extensão, desenvolvido no Distrito de Talhado em São José do Rio Preto – SP – Brasil, foi apresentado no Programa “Nosso Campo” da TV TEM.  O objetivo central do projeto, em 2011, foi desenvolver tópicos da área de Ciências Humanas e suas Tecnologias, através do Blog de Aula – Mutirão de Sociologia, para alunos que manifestarem interesse, regularmente matriculados, na escola pública Prof. Dr. João Deoclésio da Silva Ramos, situada no distrito de Talhado, em São José do Rio Preto (SP), de forma experimental, e depois estender a experiência para outras escolas estaduais que tiverem interesse. Vc podem assistir a reportagem através do link abaixo.

    Saudações, Prof. Fábio Fernandes Villela.

    Blog de Aula – Mutirão de Sociologia no Programa “Nosso Campo” da TV TEM:

    http://www.temmais.com/nossocampo/interna_detalhe.aspx?editoria_id=6371&menu_id=33

    Blog de Aula – Mutirão de Sociologia:

    http://www.mutiraodesociologia.com.br/

  • Mini Curso Magistério do Campo, dia 30-06-2011, Ibilce – Unesp – Rio Preto, a partir das 19h:30min.

    Date: 2011.06.23 | Category: CECMundoRural | Response: 0

    Bom Dia Caros Amigos! Tudo bem?

    Gostaria de convidar a todos para o mini curso ”Magistério do Campo” por mim ministrado, dia 30-06-2011, no Ibilce-Unesp-Rio Preto, Auditório C, a partir das 19h:30min. Serão expedidos certificados no total de 4 horas/aula para os participantes. O mini curso irá abordar o projeto desenvolvido pelo nosso grupo Gepedoc (Grupo de Estudos e Pesquisas em Educação do Campo) no distrito de Talhado – São José do Rio Preto – SP – Brasil. O mini curso abordará a questão da formação de “intelectuais e a organização da cultura”, sob uma perspectiva gramsciana (Gramsci, 2000). Esta problemática foi abordada em diversos trabalhos ao longo de nossa trajetória acadêmica, Villela (2003), Villela (2007), Villela (2008), Villela (2009) e Villela (2010-2012). Reelaborando as questões abordadas nestes trabalhos, tais como as relações entre as Novas Tecnologias, a Inteligência Coletiva e a Educação, desenvolvemos o projeto Blog de Aula – Mutirão de Sociologia. O blog de aula www.mutiraodesociologia.com.br foi criado em 2010, como recurso didático e ferramenta no ensino de sociologia para formação dos alunos do curso de pedagogia da Unesp de São José do Rio Preto – SP, e estendido, posteriormente, para escolas estaduais que manifestaram interesse em desenvolver tópicos da área de Ciências Humanas e suas Tecnologias.

    O mini curso é aberto a tod@s, não há necessidade de fazer inscrição, gatuito. Um grande abraço, Prof. Fábio Fernandes Villela.

  • Redescobrir Talhado, Distrito de São José do Rio Preto – SP – Brasil

    Date: 2011.04.07 | Category: CECMundoRural, Sem categoria | Response: 0

    Talhado

    Com 5,5 mil habitantes, o distrito ganhou recente projeção no Estado por abrigar uma propriedade rural com boas práticas de gestão empresarial, a Estância Encantada, que produz 350 mil litros de leite/ano. As trilhas do distrito sediaram competições esportivas como a Copa Sundown de Mountain Bike, com ciclistas de todo o Estado. Constam como fundadores as famílias Pimenta (1912) e Ávila (1922), mas os dados da subprefeitura indicam que a família de José Pinto (Zeca Pinto) chegou à região em 1889.

    Origem: passa a distrito em 30 de novembro de 1944
    História: em 1903, o povoado era conhecido como Fazenda Talhado
    Matriz: a Igreja de São Sebastião foi criada em 1927
    Localização: acesso pela BR-153 (sentido Rio Preto – Nova Granada)

    Talhado é um povoado que pertence a São José do Rio Preto, está distante cerca de 15 quilômetros desta cidade, a ele se tem acesso pela rodovia Transbrasiliana, a BR 153 e pela vicinal Alcides Augusto Ávila. No site da prefeitura de São José do Rio Preto e no site do IBGE, a localidade ainda é tratada como distrito, mas o cartório de paz, que dá condições legais de tal estato político, foi desativado em 1972.

    O núcleo que deu origem ao antigo distrito existia desde 1903, a doação do terreno que se tornou o patrimônio de São Sebastião foi feita por Alcides Augusto Ávila, a capela foi construída por volta de 1927. Consta que o vereador Francisco Zeferino do Carmo proibiu o sepultamento no cemitério da região por falta de higiene. A localidade ainda foi atingida por febre palustre que provocou uma epidemia.

    Talhado figurou pela primeira fez como distrito de Rio Preto em 1944. Em 1948 a localidade possuía 2.683 habitantes. Em 1972 perdeu a condição de distrito com a desativação do cartório de paz, voltando a ser um povoado.

    Hoje a localidade está totalmente integrada por meio de transporte urbano a São José Rio Preto. As ruas são asfaltadas, possui sub-prefeitura, posto policial e escolas. Atualmente o cemitério de Talhado exerce um papel fundamental, matimortos e indigentes são enterrados ali por um período de 3 anos. Depois os restos mortais são transferidos para o ossuário do cemitério São João Batista em São José do Rio Preto.

    Referências:

    ARANTES, Lelê. Dicionário Rio-Pretense, a história de São José do Rio Preto de A a Z. 2. ed. São José do Rio Preto: Casa do Livro, 2001. pp. 243 e 244.
  • Debate de Lançamento do Centro de Estudos e Culturas do Mundo Rural – Dia 18-03-2011 – Ibilce – Unesp – 8h:00min.

    Date: 2011.03.02 | Category: CECMundoRural | Response: 0

     

    Bom Dia Amig@s do Mundo Rural!

    No dia 18-03 de 2011, a partir das 8h:00min., durante o 2º Seminário “O Trabalho no Século XXI” haverá a apresentação do filme “João de Barro” (direção: Raffaele Rossi, 1970). Logo após a exibição do filme haverá uma mesa redonda de lançamento do Centro de Estudos e Culturas do Mundo Rural, com o conferencista Jocelino Soares (Centro de Tradição Caipira de São José do Rio Preto – SP – CTC – Rio Preto)  e coordenada pelo Prof. Dr. Fábio Fernandes Villela (UNESP / Rio Preto)

     O filme João de Barro de Raffaele Rossi de 1970 foi rodado no distrito de Talhado de São José do Rio Preto – SP – Brasil. Segundo a sinopse, o filme conta a estória de João de Barro, um rapaz ingênuo, cobiçado pelas meninas de uma pequena cidade do interior – Talhado. Para João só existem as canções sertanejas que canta e seu trabalho na olaria. Porém, João é perseguido pelos rapazes, enciumados com o sucesso com a garota mais bonita da cidade. O filme tem como elenco atores como, Renata Gadú, Ivan Carlos, Zé do Paiol e Shirlei Stech.

    Raffaele Rossi, (Arsiero, Itália, 1938 — Embu Guaçu, São Paulo, 2007), foi um cineasta e roteirista ítalo-brasileiro, tido como um dos grandes diretores do gênero pornochanchada. Chegou ao Brasil em 1954. Sua ligação com o cinema começou em 1963 com a venda de equipamentos. Depois de alguns curtas, e com certa vivência em outros filmes em que fez fotografia, edição e produção, por volta de 1971 aventurou-se na direção em O Homem Lobo, que escreveu e interpretou. Embora o erotismo predomine em sua filmografia, arriscou-se por outros gêneros, como o horror.  

    O colunista José Luís Rey, do Jornal Bom Dia de Rio Preto, repõe a história do filme em sua crônica “O filme esquecido”: “Nem adianta procurar, o verbete aparece em pouquíssimos dicionários e compêndios sobre o cinema brasileiro. Mesmo assim, acabo topando, num cantinho da memória, com mais um caso de filme rodado em Rio Preto e, ao que parece, condenado ao cemitério das produções nunca ou muito pouco exibidas. Já acontecera antes com o abortado “A Hora dos Ruminantes”, do cineasta José de Anchieta, que chegou a rodar uma série de sequências e depois engavetou o projeto.

     Quando chegou a Rio Preto, em 1978, disposto a colocar suas mãos de Midas no nicho dos filmes de temática sertaneja, o presidente do Grupo Paris Filmes, Alexandre Adamiu, parecia muito animado. A escolha do cenário, além – é claro – da óbvia identificação entre a cidade e o universo caipira, obedecia também a uma conveniente associação de negócios: a Paris Filmes havia se tornado, pouco tempo antes, a proprietária do prestigiado Cine Central e pretendia investir na região.

     Na época, a participação da empresa em uma produção cinematográfica era meio caminho andado para o sucesso: como grande distribuidora e exibidora, a Paris tinha nas mãos a faca e o queijo para alavancar suas próprias produções. A ideia não poderia ser mais simples: filmar uma história baseada na música “João de Barro”, de Teddy Vieira e Muíbo Cury.

     Adamiu convidou o diretor Rafaelle Rossi – autor de feitos como “A Gata Devassa” e “Roberta, a Gueixa do Sexo”. O elenco reunia belas mulheres, como as atrizes Renata Candu e Shirley Steck, que já haviam se despido em títulos como “Internato das Meninas Virgens” e “Uma Cama Para Sete Noivas”. O protagonista tinha que ser um cantor e, certamente por razões financeiras, a escolha recaiu sobre o obscuro Ivan Carlos, um jovem que tentava iniciar a carreira entoando canções sertanejas, que, então, começavam a se popularizar pelo país.

     O filme foi rodado no povoado de Talhado e, entre alguns participantes locais, contou com uma “ponta” do radialista Olívio Campanha, o “Cuiabano”, que não fazia mais do que entrar no bar, dar um tapa no balcão e pedir uma cachaça. Na história, Ivan Carlos interpretava um rapaz ingênuo e humilde, operário de uma olaria, que gostava de cantar músicas românticas e por isso tornara-se muito popular entre as garotas do lugarejo e, ao mesmo tempo, odiado pelos demais rapazes.

     Não é difícil imaginar o que seguia, até que o oleiro resolvesse expulsar de casa a amada que o enganava, fazendo exatamente o contrário do que o João de Barro fizera na música (“cego de dor, trancou a porta da morada / deixando lá a sua amada / presa pro resto da vida”).

     Acho que o filme foi exibido alguns dias no Cine Central, mas jamais foi lançado em São Paulo e em outros lugares. A carreira do cantor parece ter tido idêntica efemeridade, embora Ivan Carlos tenha vivido minutos de celebridade, como no dia em que recebeu jornalistas para uma entrevista no apartamento onde estava hospedado, no elegante Augustus Hotel, no Centro. A certa altura, pediu para interromper a entrevista, discou um número no telefone e exultou:

     –Manhê! Você não vai acreditar… Até a imprensa tá aqui me entrevistando!!!” (Texto de José Luis Rey retirado de: http://www.redebomdia.com.br/Artigo/1227/O+filme+esquecido).

    Saudações, até lá! Prof.  Fábio Fernandes Villela.

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