Posts Tagged ‘patrimônio histórico’

  • Excursão Didática Horta Mandalla – Ipiguá – SP

    Date: 2016.11.22 | Category: CECMundoRural, Sem categoria | Response: 12

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    Car@s Alun@s da Pedagogia Ibilce/Unesp-Rio Preto, bom dia!

    Estamos organizando uma excursão didática dos alunos da Pedagogia do Ibilce/Unesp – São José do Rio Preto à Horta Mandalla de Ipiguá – SP.

    O que é a Horta Mandalla? Mandala significa círculo mágico, concentração de energia, e é considerada universalmente, como o símbolo da integração e da harmonia. Inspirados nesse conceito, o casal Ceci e Reinaldo criaram em Ipiguá – SP uma horta orgânica em torno de um círculo côncavo de barro rodeado por outros nove círculos com produtos hortifrutigranjeiros, sendo que cada um deles representa um dos planetas do sistema solar. Para quem ainda não conhece uma horta orgânica, a visita irá colocá-lo diante dessa nova realidade concreta.

    Maiores informações sobre a Horta Mandalla você poderá acessar o link:

    https://awebic.com/cultura/horta-organica/

    Haverá um ônibus institucional para a viagem da Unesp-Rio Preto / Horta Mandalla-Ipiguá /Unesp-Rio Preto, no dia 03-12-2016, sábado, em frente ao saguão principal do Ibilce/Unesp-Rio Preto, a partir das 7h:30min., com saída às 8h:00min. Não há custos, somente o participante deverá levar dinheiro se quiser adquirir os produtos da Horta Mandalla.

    A excursão didática será monitorada por companheir@s do Centro de Estudos e Culturas do Mundo Rural. Assim, solicitamos que você confirme sua presença, enviando nome completo, RG e RA para o endereço eletrônico: fabio@fabiofernandesvillela.pro.br, até no máximo 01-12-2016.

    Programação na Horta Mandalla:

    8 às 9 horas: Chegada e recepção.

    9 às 11:30 horas: Visita monitorada às instalações da Horta Mandalla.

    11:30 horas: Lanche coletivo (o participante deverá levar uma pequena porção de alimentos: bolos, sanduíches, etc., chás, café e/ou suco) para partilhar coletivamente com os participantes.

    12 horas: Retorno para São José do Rio Preto – SP.

    Saudações, Prof. Fábio Villela.

  • Mulheres e Educação do Campo

    Date: 2016.11.13 | Category: CECMundoRural | Response: 9

    Resultado de imagem para bandeira movimento de mulheres campones

    Bandeira do  Movimento de Mulheres Camponesas

    Bom dia amig@s do mundo rural! Tudo bem?

    Esta é a área para a postagem do módulo 4 do curso: “Território Caipira: Uma Civilização do Milho”. Vocês devem fazer uma reflexão, no máximo 2 parágrafos, sobre à temática: “Mulheres e Educação do Campo”, a partir da leitura dos textos da bibliografia do curso proposta:

    * PINASSI, Maria O. O protagonismo das mulheres no MST. In: IV Simpósio Lutas Sociais na América Latina, 2010, Londrina. Anais do IV simpósio Lutas Sociais na América Latina. Londrina: Gepal, 2010. v. 1. p. 125-137.

    * SALVARO, Giovana Ilka Jacinto. Jornadas de trabalho de mulheres e homens em um assentamento do MST. Revista Estudos Feministas (UFSC. Impresso), Florianópolis, v. 12, n.1, p. 321-330, 2004.

    Como atividade complementar, os participantes devem assistir ao documentário: “As Sementes” (2015), do diretor Beto Novaes, o qual retrata a história de mulheres que, de diversas maneiras, têm atuado em defesa da agroecologia no Brasil. O documentário é um mergulho nas trajetórias de vida de quatro agricultoras que participam ativamente dos movimentos agroecológicos no Brasil e que se tornaram referências e/ou lideranças sociais e políticas em seus territórios. Este filme mostra o quanto as práticas agroecológicas potencializam a participação das mulheres na unidade produtiva – desde o plantio até a comercialização – propondo relações de gênero igualitárias no campo. Um trabalho de coleta e manejo da natureza que contribui para a soberania alimentar, a preservação da biodiversidade e para o resgate das sementes crioulas.

    Link do documentário no Youtube: https://www.youtube.com/watch?v=CCZcOCcm-9Q

    Bom trabalho, Prof. Fábio Villela.

  • Congresso de Formação de Professores: de 11 a 13 Abril de 2016

    Date: 2016.04.10 | Category: CECMundoRural | Response: 0

    (O Homem do Futuro, 1933, Paul Klee).

    Bom dia Amig@s do Mundo Rural! Tudo bem?

    Convido a tod@s para o  III Congresso Nacional de Formação de Professores (CNFP) e o XIII Congresso Estadual Paulista sobre Formação de Educadores (CEPFE) que serão realizados em Águas de Lindóia/SP, no período de 11 a 13 de abril de 2016. O tema central é “Profissão de Professor: cenários, tensões e perspectivas”.  A realização é da Pró-reitoria de Graduação da Unesp. Destaco o minicurso sobre este blog de aula Centro Virtual de Estudos e Culturas do Mundo Rural, especialmente utilizado para desenvolver tópicos da área de educação cooperativa para alunos, em situação de bullying escolar, regularmente matriculados em escolas de São José do Rio Preto – SP.

    Website do congresso:

    http://www.geci.ibilce.unesp.br/logica_de_aplicacao/site/index_1.jsp?id_evento=64

    Saudações, Prof. Fábio Villela.

  • Educação do campo: educar a cidade! Alvarenga e Ranchinho: Rê Rê!

    Date: 2015.07.05 | Category: CECMundoRural | Response: 0

    Bom dia Amig@s do Mundo Rural! Tudo bem?

    Hoje é dia de relembrar Alvarenga e Ranchinho, compositores, cantores e humoristas (Murilo Alvarenga, Alvarenga – 1912 – 1978 e Diésis dos Anjos Gaia, Ranchinho – Jacareí, SP – 1913 – 1991).  Veja e reveja Alvarenga e Ranchinho no Ensaio da TV Cultura de 1973 (https://www.youtube.com/watch?v=dHBm961kxGY). Educação do campo: educar a cidade!

    Saudações, Prof. Fábio Fernandes Villela.

    ***

    Em 1928, o trapezista e cantor de tangos Murilo Alvarenga conheceu Diésis dos Anjos Gaia em uma serenata no litoral paulista. Começam a cantar juntos em circos interpretando músicas sertanejas, o que era uma novidade na época. A dupla iniciou-se em 1933, trabalhando no Circo Pinheiro em Santos. Devido às paródias baseadas no governo de Getúlio Vargas, a dupla sofreu algumas perseguições.

    Contavam histórias, faziam sketches cômicas e cantavam suas músicas e logo depois eram, muitas vezes, presos. No mesmo ano, apresentaram-se na Companhia Bataclã em São Paulo.

    Em 1934, a convite do maestro Breno Rossi começaram a trabalhar na Rádio São Paulo. Em 1935, formam com Silvino Neto o trio Os Mosqueteiros da Garoa, que teve curta duração. Ainda naquele ano, venceram o concurso de músicas carnavalescas de São Paulo com a marcha “Sai feia”, de Alvarenga. Trabalharam no filme “Fazendo fita” de Vittorio Capellaro, a convite do Capitão Furtado. Em 1936, dirigiram-se para o Rio de Janeiro indo se apresentar na Casa de Caboclo.

    Começaram a se apresentar na Rádio Tupi no programa “Hora do Guri”. Naquele mesmo ano, gravaram o primeiro disco pela Odeon “Itália e Abissínia”, uma moda de viola com o Capitão Furtado e o cateretê “Liga das Nações”. Em 1936, seguiram para Buenos Aires, onde se apresentaram no Teatro Smart.

    Em 1937, já no auge do sucesso, passaram a fazer parte do elenco do Cassino da Urca, onde apresentavam sátiras políticas além de outros gêneros. Em 1938, obtiveram seu maior sucesso carnavalesco com a marcha “Seu condutor”, em parceria com Herivelto Martins. Ainda naquele ano, a dupla separou-se pela primeira vez.

    Alvarenga fez gravações com Bentinho e também com o grupo chamado “Alvarenga e sua gente”. A dupla se separaria outras vezes ao longo dos 27 anos de carreira.

    Em 1939, a dupla se recompôs gravando novos discos pela Odeon. Ainda no mesmo ano, a dupla foi convidada por Alzira Vargas para apresentar-se para o Presidente Vargas no Palácio do Catete. Getúlio Vargas gostou das músicas da dupla e mandou suspender a perseguição a suas composições políticas.

    Também em 1939, excursionaram pelo Rio Grande Sul e passaram a se apresentar na Rádio Mayrink Veiga. Receberam o título de “Os milionários do riso”, graças aos cada vez mais sucedidos sketches cômicos. Em 1940, gravaram pela Odeon um de seus maiores sucessos, “Romance de uma caveira”, de Alvarenga, Ranchinho e Chiquinho Sales. Em 1946, Alvarenga abriu uma boate em Copacabana, no Posto Seis, ali se apresentando por dois anos. Em 1949, gravaram “Drama da Angélica” intitulada de canto tétrico. Em 1950, fizeram uma excursão de um mês por Portugal apresentando-se no Cassino Estoril em Lisboa. Em 1955, participaram do filme “Carnaval em lá maior”, de Ademar Gonzaga.

    Fizeram campanhas políticas para Juscelino Kubitscheck e Ademar de Barros. Fizeram célebres paródias de músicas conhecidas como “Nervos de aço”, de Lupicínio Rodrigues, “Adios muchacho”, de Júlio Sanders e César Vendani, e “Disparada”, de Geraldo Vandré e Téo de Barros.

    A partir de 1959, a dupla deixou de trabalhar no rádio passando a trabalhar apenas na televisão. Em 1965, Diésis dos Anjos abandonou a dupla e foi substituído por Homero de Souza, que passou a ser o novo Ranchinho.

    A partir dos anos 70 passaram a se apresentar quase exclusivamente no interior do país, até a morte de Alvarenga em 1978.

    Discografia

    (1999) Alvarenga e Ranchinho • EMI • CD

    (1997) Os milionários do riso • BMG • CD

    (1977) Alvarenga e Ranchinho • EMI/Odeon • LP

    (1973) Os milionários do riso • RCA • LP

    (1941) Ó minha mãe/Pode sê ou tá difício? • Odeon • 78

    (1941) Ó que coisa horrível/Caveira • Odeon • 78

    (1941) Tragédia de uma careca/Pega o pitp • Odeon • 78

    (1941) Moda dos cantores/Minha toada • Odeon • 78

    (1941) Bandeira do Brasil/A mulher e a carta • Odeon • 78

    (1941) Solta busca-pé/A fogueira tá queimando • Odeon • 78

    (1940) Lá vem o trem/Marcha dos bairros • Odeon • 78

    (1940) Cai fora pato/Intão, inté • Odeon • 78

    (1940) Romance de uma caveira/Muié pra cada um • Odeon • 78

    (1940) Seresta/Gaúcho de lei • Odeon • 78

    (1940) Minas Gerais/Dona felicidade • Odeon • 78

    (1940) Não posso deixar de te amar, oh Guiomar/Arta do algodão • Odeon • 78

    (1940) Sindicato das galinhas/Moda dos poetas • Odeon • 78

    (1940) Desafio de São João/Tempinho bão • Odeon • 78

    (1940) Carta da namorada/Tenderê • Odeon • 78

    (1940) Brasileiro apaixonado/Leonor • Odeon • 78

    (1940) Quem inventô o trabaio/A muié e o cinema • Odeon • 78

    (1940) Bala-lá-i-cá/Dinheiro novo • Odeon • 78

    (1940) Moda dos ispique/Lencinho paulista • Odeon • 78

    (1940) Suzana/Melhorou muito • Odeon • 78

    (1939) É de colher/Quando a saudade vem • Odeon • 78

    (1939) O mundo é das muié/Superstição • Odeon • 78

    (1939) Saudades de Ouro Preto/Adeus paioça • Odeon • 78

    (1939) Os presidentes/Chapéu de paia • Odeon • 78

    (1939) Psicologia dos nomes/Caboclo triste • Odeon • 78

    (1939) O divórcio vem aí/Nois e Buenos Aires • Odeon • 78

    (1939) Morena, minha morena/Despertar de minha vida • Odeon • 78

    (1939) A mulher e o rádio/Casamento de Miquelina • Odeon • 78

    (1939) Moda de guerra/Alegria do carreiro • Odeon • 78

    (1939) Musga estrangeira/Nois no Rio • Odeon • 78

    (1939) Quem quer meu papagaio?/Ferdinando • Odeon • 78

    (1938) Que horas são?/Linda Veneza • Odeon • 78

    (1938) Mandamentos de caboclo/Carnaval carioca • Odeon • 78

    (1938) Moda da moeda/Moda da carta • Odeon • 78

    (1938) Loja americana/Tudo em “p” • Odeon • 78

    (1938) Numa noite de luar/Paquetá • Odeon • 78

    (1938) Bombeiro/Oh! Bela! • Odeon • 78

    (1937) Vida de um condenado/Chalé furtado • Victor • 78

    (1937) Boi amarelinho/Moda dos meses • Victor • 78

    (1937) Italianinha/Violeiro triste • Victor • 78

    (1937) Devo e não nego • Victor • 78

    (1937) Semana de caboclo/A mulher e o telefone • Victor • 78

    (1937) Caboclo viajado/Adoração • Odeon • 78

    (1937) Balão/Roda na fogueira • Odeon • 78

    (1937) Moda do solteirão./Desafio • Odeon • 78

    (1937) Papagaiada/Seu Macário • Odeon • 78

    (1937) Calango/Rancho abandonado • Odeon • 78

    (1937) Seu condutor/Sereia • Odeon • 78

    (1936) Itália e Abissínia/Liga das nações • Odeon • 78

    (1936) Lição de geografia/A moda do beijo • Odeon • 78

    (1936) Você não é o meu tipo/Você não era assim • Odeon • 78

    (1936) Repartindo um boi/A baixa do café • Odeon • 78

    (1936) Circuito da Gávea/Liga dos bichos • Victor • 78

    Referência

    Dicionário Cravo Albin da Música Popular Brasileira

    http://www.dicionariompb.com.br/alvarenga-e-ranchinho/dados-artisticos

  • 11º Arraial & Festa do Milho da Paróquia Imaculada Conceição do Parque Estoril de Rio Preto – SP – Brasil

    Date: 2014.07.05 | Category: CECMundoRural | Response: 0

    Boa tarde amig@s do mundo rural! Tudo bem?

    A Paróquia Imaculada Conceição do Parque Estoril de Rio Preto, realizará entre os dias 29/06 a 06/07 o 11º Arraial  & Festa do Milho.

    Durante todos os dias da festa, acontecerá apresentações musicais com duplas sertanejas locais e  a tradicional quadrilha. A partir das 10h, haverá barracas de produtos derivados do milho como: pamonha, curau, bolo de milho, etc.

    De acordo com o padre Aparecido, no domingo dia 29/06, está prevista uma celebração sertaneja, às 10h. Logo após será realizado o almoço às 12h. Os convites para o almoço estão à venda na secretaria do evento. Local: Praça Lisboa, Av. Pedro Àlvares Cabral, s/n.

    A paróquia Imaculada Conceição fica na Rua Januário Cunha Barbosa, 230, no bairro Parque Estoril. Mais informações pelo fone (17) 3216-1776.

    Um grande abraço a tod@s, Prof. Fábio Fernandes Villela.

  • Seminário Preparatório para o 6° Encontro Nacional dos Violeiros e Violeiras

    Date: 2013.12.11 | Category: CECMundoRural | Response: 0

    Bom dia Amig@s do Mundo Rural! Tudo bem?

    Segue abaixo notícia sobre o Seminário Preparatório para o 6° Encontro Nacional dos Violeiros e Violeiras. Saudações, Prof. Fábio Fernandes Villela.

    Neste final de semana, diversos violeiros de todo o Brasil se reuniram na cidade de São Paulo em torno do Seminário Preparatório para o 6° Encontro Nacional dos Violeiros e Violeiras.

    O objetivo da atividade foi debater a realização de uma semana temática da cultura caipira e camponesa na cidade de São Paulo, em abril de 2014. Nos períodos da tarde, os músicos realizaram apresentações gratuitas no Teatro Décio de Almeida Prado.

    Segundo o violeiro Minerin, do setor de cultura do MST, é a primeira vez que a Associação Nacional dos Violeiros realiza um seminário preparatório em que diversas forças do país constroem e organizam comumente algo desse tipo.

    “O mais importante é a retomada dessa articulação nacional dos violeiros, debater o papel e a importância da cultura da viola caipira no Brasil, fazendo um trabalho de defesa e de resistência, num momento em que a música caipira sofre tantos reveses”, acredita.

    A idéia é que a semana temática da cultura caipira e camponesa conte, além do 6° Encontro Nacional dos Violeiros e Violeiras, com oficinas, debates, palestras, feira da Reforma Agrária e agricultura familiar, entre outras atividades que remete a vida no campo.

    Símbolo da cultura popular brasileira

    Para Pereira da Viola, a viola é um instrumento símbolo de toda cultura popular brasileira, por isso “essa cena precisa chegar mais ao povo brasileiro, com a visibilidade real e coerente da importância que ela tem para a nossa identidade cultural”.

    Esse momento, como destaca Jade Percassi, do setor de cultura do MST, é semelhante ao que já tem acontecido em São Paulo, em torno de atividades que contemplam as diversas culturas que compõem a cidade, como a cultura da periferia, o hip hop, a cultura nordestina e de diversos outros povos e etnias presentes.

    “Também é trazer a presença da cultura caipira que compõem esse cenário da cidade, com um evento de caráter nacional”, observa.

    No caso, seria evidenciar um elemento que está presente na cultura de muitas pessoas da cidade de São Paulo, que tem na sua raiz a cultura do campo.

    “Quando falamos de fazer uma roda de viola ou comida típica que lembra a infância ou o passado recente das pessoas, em todo lugar que ventilamos essa idéia a adesão é muito grande, porque pouco se fala dessa presença, mas ela existe e é muito maior do que podemos imaginar”, pontua.

    Informações retiradas da seguinte notícia: Violeiros organizam semana da cultura caipira e camponesa em São Paulo, por Luiz Felipe Albuquerque, da página do MST (http://www.mst.org.br/node/15528).

  • Excursão Didática de Natal: Conhecendo a Vida Rural e as Lutas pela Reforma Agrária: uma Vivência com os Assentados em José Bonifácio – SP e com os Assentados e Acampados em Promissão – SP

    Date: 2012.12.11 | Category: CECMundoRural | Response: 1

    Bom Dia Caros Alunos! Tudo bem?

    Gostaria de convidar a tod@s para a excursão didática para o novo Assentamento em José Bonifácio – SP e para o Assentamento e Acampamento em Promissão – SP. A atividade se chama “Conhecendo a Vida Rural e as Lutas pela Reforma Agrária: uma Vivência com os Assentados em José Bonifácio – SP e com os Assentados e Acampados em Promissão – SP”. Será dia: 22-12 (sábado) de 2012 das 7h as 19h. Carga Horária: 12h (Obs. Fazer relatório pois conta como AACCs e para as atividades da disciplina “Trabalho e Educação” da Pedagogia / Ibilce / Unesp – Rio Preto).

    Inscrições via e-mail (nome completo e RG) para: fabiofernandesvillela@gmail.com

    ATENÇÃO: Haverá também uma campanha de arrecadação de presentes para as crianças dos Assentamentos Reunidas (Promissão) e Augusto Boal (José Bonifácio) e do Acampamento Argentina Maria (Promissão), para juntos celebrarmos a vitória do Assentamento de José Bonifácio, a luta constante do acampamento de Promissão e as caminhadas dos/as companheiros/as da Reunidas! A visita será dia 22/12, portanto a campanha para arrecadação será até SEXTA-FEIRA, DIA 21/12.

    O que o aluno deve levar: dinheiro para almoço (R$5,00) e para pagar o micro-ônibus (R$15,00), produtos para a “Feira da Troca” (produtos  de limpeza, higiene pessoal, roupas, etc.  para serem trocados com produtos do Assentamento Reunidas em Promissão – SP).

    Re l e m b r a n d o: estamos fazendo uma lista com produtos que as pessoas querem do Assentamento Reunidas – Promissão – SP. Não deixem de enviar seus pedidos para o e-mail: fabiofernandesvillela@gmail.com Vamos trazer em mãos para as pessoas que encomendarem os produtos.

    Saída: 7h:30min., em frente ao IBILCE e retorno as 19h:00min.

    Maiores informações:

    * Lista no Facebook do Evento: http://www.facebook.com/events/304586992992744/

    * Prof. Fábio Fernandes Villela (e-mail: fabiofernandesvillela@gmail.com)

    Até lá, saudações, Prof. Fábio Fernandes Villela.

    APOIO:

    ADUNESP – Rio Preto – Associação dos Docentes da Universidade Estadual  Paulista

    CAPED – Centro Acadêmico “Wilson Cantoni” da Pedagogia – Ibilce – Unesp – Rio Preto

    CPT  -  Comissão Pastoral da Terra – Promissão – SP

    DAF – Diretório Acadêmico da Filosofia – Unesp – Rio Preto

    NARA-RP – Núcleo Ação pela Reforma Agrária – Rio Preto

  • Luiz Beltrame – 104 anos – o Poeta do Assentamento Reunidas – Promissão – SP

    Date: 2012.10.15 | Category: CECMundoRural | Response: 0

    Luiz Beltrame, poeta e lavrador aposentado, nessa belíssima foto de Orlando Brito

    “Eu estava lá em São Paulo
    Quando aqui cheguei
    Veio adiante de mim
    Coisa que eu nem pensei
    Mandaram me perguntar
    O que é que eu achei
    Pensei um poquim pra dizer
    Foi o MST”

    Seu Luiz Beltrame, poeta e militante do MST do estado de São Paulo, chega aos 104 anos com lucidez e saúde para seguir lutando.

    Nascido em Paramirim (BA) no dia 11 de outubro de 1908, trabalhou desde cedo na roça, no garimpo, na lavoura de algodão. Não frequentou a escola, tendo aprendido a ler e escrever com seu pai aos 14 anos. Em 1991 veio para o Assentamento Reunidas, em Promissão; teve oito filhos, 47 netos e outros tantos bisnetos e tataranetos.

    Em 1997 veio a ser mais conhecido entre a companheirada do Movimento, por sua participação na Marcha pela Reforma Agrária, Emprego e Justiça.

    Desde então, participou de dez marchas, escreveu dois livros, e sua história foi tema do filme Luiz Poeta, dos diretores Bruno Benedetti, Fábio Eitelberg, Patrick Torres, Pedro Biava e Rafael Stedile e vencedor do Concurso Caixa de Curtas, na categoria documentário.

    O documentário pode ser acessado em:

    http://www.youtube.com/watch?v=1Im5fBZ1BqQ

    Seu Luiz, através de seus poemas e de sua luta segue sendo, ano após ano, um exemplo para nossa militância e para a sociedade, de que nada, nem ninguém pode deter a marcha de um povo por sua libertação.

    Vida longa ao Seu Luiz Beltrame, Seu Luiz Sem Terra!

    Reelaborado a partir de Jade Percassi da página do MST.

  • Comemorações dos 25 anos do Assentamento Reunidas – Promissão – SP

    Date: 2012.09.26 | Category: CECMundoRural | Response: 0

    Bom Dia Amig@s do Mundo Rural! Tudo bem?

    Gostaria de convidar a tod@s para as comemorações dos 25 anos do Assentamento Reunidas em Promissão – SP. Haverá uma programação especial no Assentamento. Será nos dias: 02-11 (sexta-feira) e 03-11 (sábado) de 2012 (Feriadão de Finados).

    PROGRAMAÇÃO DAS COMEMORAÇÕES DE 25 ANOS DE ASSENTAMENTO REUNIDAS

    01, 02, 03 e 04 de novembro de 2012

    01/11 – Quinta feira

    20h 30  jantar para os visitantes

    02/11 – Sexta feira

    08h 00   Café da manhã para os visitantes

    12h 00   Almoço

    17h 00   Celebração Ecumênica

    20h 00   Jantar e confraternização

    21h 30   Apresentação do teatro – grupo São José do Rio Preto

    22h 00   Roda de viola

    23h 30  Descanso

    03/11 – Sábado

    07h 30   Café da manhã

    09h 00   Abertura das atividades

    - acolhida dos visitantes

    -apresentação das entidades, assentamentos e acampamentos presentes e visitantes

    -exposição de fotos, barracas e stands.

    11h 30  Almoço com churrasco

    14h 00  Tarde Cultural

    -fala dos representantes das entidades da região e do estado intercalado com teatro, musica e poesias.

    15h 00  Abertura da mística do aniversario de 25 anos de assentamento e dos 104 anos de Sr. Luiz Beltrame

    20h 00 Roda de viola e forró

    04/11 – Domingo

    08h 00  Campeonato de futebol e despedida

    Obs. O aluno deverá fazer relatório pois conta como AACCs e  para as atividades da disciplina “Trabalho e Educação”. Carga Horária: 32h.

    O que o aluno deve levar: dinheiro para comprar produtos artesanais do Assentamento e barraca para acampar. Não haverá “Feira da Troca” devido à mobilização para a festa.

    Algumas informações importantes:

    1 – A comida será gratuita, porém as bebidas são a parte. É importante levar dinheiro para comprar os produtos artesanais do Assentamento;

    2 – Cada um dos que forem dormir, independente de duas ou uma noite, deve levar colchão, lençol, travesseiro, fronha. Quem tiver condições de levar mais de um para compartilhar também é bem vindo (e se quiser doar, também!). Eles estão contando com doações de colchão, lençóis e travesseiros, para que possam receber o máximo possível de pessoas para a festa.

    Saída: à combinar atraves da página EVENTOS -  MST – 25 Anos do Assentamento Reunidas no FACEBOOK:

    http://www.facebook.com/events/382956705106963/?ref=ts&fref=ts

    Maiores informações: Prof. Fábio Villela (e-mail: fabio_villela@hotmail.com)

    Até lá, saudações, Prof. Fábio Fernandes Villela.

  • O Maior Professor de Viola Caipira do Brasil: Enúbio Queiroz

    Date: 2012.09.08 | Category: CECMundoRural | Response: 0

    Bom Dia Amig@s do Mundo Rural!

    Deixamos aqui nossa homenagem ao grande professor de viola caipira Enúbio Divino Queiroz. Saudações, Prof. Fábio Fernandes Villela. Enúbio nasceu no primeiro dia de outubro do ano de 1953, numa fazenda perto das “Duas Vendas”, no município mineiro de Iturama. Seu contato com a musica começou cedo. Seu pai, Rodolfo Ferreira de Queiroz, e seu avo, João Martins de Queiroz, eram catireiros e cantadores muito queridos na região. Sua avó Gerônima, que tinha ouvido apuradíssimo, costumava cantar as canções da época, em bocca chiusa, todas as noites, para o menino Enúbio dormir e, talvez, sonhar com seu futuro de violeiro. Seu primeiro instrumento foi um cavaquinho, tocado com garra no conjunto de forro que animava as festas e bailes da região. Foi nessa época que Otaviano Francisco da Silva, o “Baiano”, parceiro do moço Enúbio nas modas e cantorias, deu-lhe as primeiras lições de violão.

    Mas a teoria veio mesmo com Sebastião Pandolfi, maestro da banda municipal de Iturama. Em seguida, sempre buscando o aperfeiçoamento, Enúbio instala-se em Uberaba, iniciando os estudos de violão clássico no Conservatório Renato Frateschi, com o professor Olegário Bandeira. Tempos depois, Enúbio embarca para Goiânia, ocasião em que toma aulas com Eurípides Fontenelli. O tempo passa e o musico Enúbio continua suas viagens, sempre em busca de oportunidades e mais conhecimento musical. Transfere-se para São José do Rio Preto, próspera cidade do noroeste paulista, e matricula-se no Conservatório Musical Carlos Gomes. Estuda violão com a professora Lela e canto com a professora Mirtes. Os estudos clássicos encerram-se em São Paulo, com aulas do professor Paulo Barreiro. Porém as raízes mineiras falam mais alto e Enúbio, já professor de violão, busca inspiração nas cordas harmoniosas e tristes do mais brasileiro dos instrumentos musicais: a viola. Participa com João Roberto Costa da dupla Economista & Contador e lança dois discos. Um terceiro vinil e gravado com outro parceiro, Abssoir José Correia. A viola fica cada vez mais enxuta e criativa. Os solos choram cristalinos, quer nas criações próprias, quer na releitura de clássicos da musica popular brasileira e mundial. E vem os CDs Viola Refinada I e Viola Refinada II, lançados pela Movieplay. Mas o lado “professor de musica” permanece vivo, ainda mais forte agora, com o oportuno lançamento deste “Repertório de Ouro para Viola Caipira”. (Texto retirado de: http://www.enubioviola.com.br/index.html).

    O que é a Viola Caipira? Para quem não conheçe, vejam o texto abaixo retirado da Wikipedia.

    Viola Caipira

    Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
    Viola caipira
    Viola caipira com belo trabalho de marchetaria.
    Classificação
    Hornbostel-Sachs
    * Instrumento de cordas

    • Cordofone

    Viola caipira, também conhecida como viola sertaneja, viola nordestina, viola cabocla e viola brasileira, é um instrumento musical de cordas. Com suas variações, é popular principalmente no interior do Brasil, sendo um dos simbolos da música popular brasileira.

    Origem

    Tem sua origem nas violas portuguesas, oriundas de instrumentos árabes como o alaúde. As violas são descendentes diretas da guitarra latina, que, por sua vez, tem uma origem arábico-persa.[1] As violas portuguesas chegaram ao Brasil trazida por colonos portugueses de diversas regiões do país e passou a ser usada pelos jesuítas na catequese de indígenas.[1]Mais tarde, os primeiros caboclos começaram a construir violas com madeiras toscas da terra. Era o início da viola caipira.

    Tipos de viola

    Viola caipira em exposição.

    Existem várias denominações diferentes para Viola, utilizadas principalmente em cidades do interior: viola de pinho, viola caipira, viola sertaneja, viola de arame, viola nordestina, viola cabocla, viola cantadeira, viola de dez cordas, viola chorosa, viola de queluz, viola serena, viola brasileira, entre outras.

    O instrumento

    A viola caipira tem características muito semelhantes ao violão. Tanto no formato quanto na disposição das cordas e acústica, porém é um pouco menor.

    Existem diversos tipos de afinações para este instrumento, sendo utilizados de acordo com a preferência do violeiro. As mais conhecidas são Cebolão, Rio Abaixo, Boiadeira e Natural.

    A disposição das cordas da viola é bem específica: 10 cordas, dispostas em 5 pares. Os dois pares mais agudos são afinados na mesma nota e mesma altura, enquanto os demais pares são afinados na mesma nota, mas com diferença de alturas de uma oitava. Estes pares de cordas são tocados sempre juntos, como se fossem uma só corda.

    Uma característica que destaca a viola dos demais instrumentos é que o ponteio da viola utiliza muito as cordas soltas, o que resulta um som forte e sem distorções, se bem afinada. As notas ficam com timbre ainda mais forte pois este é um instrumento que exige o uso de palheta, dedeira ou principalmente unhas compridas, já que todas as cordas são feitas de aço e algumas são muito finas e duras.

    Símbolo nacional

    A viola é o símbolo da original música sertaneja, conhecida popularmente como moda de viola ou música raiz.

    No Brasil, é um instrumento tradicional, musicas entoadas em suas cordas atravessaram décadas e gerações e até hoje estão presente no nosso dia a dia da cultura brasileira.

    Em Paraná, Minas Gerais, São Paulo, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul dentre outros, a viola tem destaque na musica, onde a tradição da moda de viola é passada de geração em geração.

    Lendas e histórias

    Existem diversas lendas e histórias acerca da tradição dos violeiros.

    Há diversas lendas e histórias a respeito das afinações da viola. O nome da afinação Cebolão seria do fato de as mulheres chorarem, emocionadas ao ouvir a música, como quem corta cebola.

    A afinação Rio Abaixo seria originada na lenda de que o Diabo costumava descer os rios tocando viola nessa afinação e, com ela, seduzindo as moças e as carregando rio abaixo. Do violeiro que utiliza esta afinação diz-se, eventualmente, que pode estar enfeitiçado ou ter feito pacto com o demônio.

    Acredita-se que a arte de tocar viola seja um dom de Deus, e quem não o recebeu ao nascer nunca será um violeiro de destaque. Porém, a lenda diz que mesmo a pessoa não contemplada com este dom pode adquirir habilidade de um bom violeiro. Uma das opções seria uma magia envolvendo uma cobra-coral venenosa e é conhecida como simpatia da cobra-coral. Outro modo seria fazer rezas no túmulo de algum antigo violeiro na sexta-feira da paixão. Há ainda a possibilidade de o violeiro firmar um pacto com o Diabo para aprender a tocar viola.

    O pesquisador Antônio Candido conta que na região da Serra do Caparaó, assim como em outras, o Diabo é considerado o maior violeiro de todos. Tal mito explica a quantidade de histórias, em todo o Brasil, de violeiros que teriam feito pacto com o Diabo para tocarem bem. Porém, o violeiro que faz este tipo de pacto não vai para o inferno já que todos no “céu” querem violeiros por lá.

    Uma característica dos violeiros típico do nordeste são os duelos de tocadores. Todo bom violeiro se auto-afirma o melhor da região. Se outro violeiro o contraria, o duelo está começado.

    Em certas regiões, por tradição, as violas carregam pequenos chocalhos feitos de guizo de cascavel, pois segundo a lenda, tem poder de proteção para a viola e para o violeiro. Segundo contam os violeiros de antigamente, o poder do guizo chega a quebrar as cordas e até mesmo o instrumento do violeiro adversário.

    Folclore brasileiro

    A viola está presente em diversas manifestações brasileiras, como Catira, Fandango, Folia de Reis, e outras, pelo Brasil afora.

    O Rei da Viola

    José Dias Nunes, conhecido como Tião Carreiro, ficou conhecido na história como o Rei da Viola, devido a seu gênero musical, conhecido como pagode caipira ou pagode sertanejo.

    Grandes duplas e conjuntos de violeiros

    Viola caipira.

    Grandes violeiros

    Referências

    1. a b Ivan Vilela. O caipira e a Viola em: Sonoridades luso-afro-brasileiras: Brasileira. Lisboa: ICS, 2003. 173-189 pg.

    Bibliografia

    • Araújo, Rui Torneze de. Viola Caipira: Estudo Dirigido. São Paulo: Irmãos Vitale S/A, 1998. 64 pg. CDD 787.3
    • Corrêa, Roberto. A Arte de Pontear Viola. Brasília/Curitiba: Edição do Autor, 2000. 259 pg. ISBN 85-901603-1-9
    • Moura, Reis. Descomplicando a Viola: Método Básico de Viola Caipira. Brasília: Edição do autor, 2000. 62 pg. 2 vol. vol. 1. ISBN 85-901637-1-7
    • Queiroz, Eusébio Divino de. Repertório de Ouro para Viola Caipira. São José do Rio Preto: Ricordi, 2000. 76 pg.
    • Viola, Braz da. A Viola Caipira. São Paulo: Ricordi, 1992. 47 pg.
    • Viola, Braz da. Manual do Violeiro. São Paulo: Ricordi, 1999. 74 pg.
    • Viola, Braz da. Um Toque de Viola. São Paulo: Edição do autor, 2001.
    • Viola, Braz da. 10 peças para tocar. São Paulo: Edição do autor, 2001.
    • Viola, Braz da. Pagode de Cabo a Rabo. São Paulo: Edição do autor, 2003.
    • Viola, Braz da. Viola-de-Cocho: método prático. São Paulo: Edição do autor, 2004.
    • Viola, Braz da. Ponteios, O Pulo do Gato. São Paulo: Edição do autor, 2004.

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