Posts Tagged ‘educar a cidade’

  • Seleção de Bolsistas para o Projeto de Extensão: Cultura Ambiental, Território Caipira e Educação do Campo

    Date: 2017.04.03 | Category: CECMundoRural | Response: 0

    Imagem relacionada

    ( Banda O Terço, 1968)

    Bom dia car@s alun@s da Pedagogia / Ibilce/ Unesp! Tudo bem?

    Se você gosta de “rock rural”, tipo Sá, Rodrix & Guarabyra, O Terço, Renato Teixeira, Zé Geraldo, Almir Sater, etc.,  toca um instrumento (violão, viola, guitarra, baixo, bateria, teclado, etc.) e gosta de cantar, venha participar do projeto com adolescentes em situação de vulnerabilidade social intitulado: “Cultura Ambiental no Território Caipira”, vinculado aos Núcleos de Ensino da Unesp. (O interessado deve ter duas tardes disponíveis ).

    O Prof. Dr. Fábio Fernandes Villela seleciona bolsistas para atuar no projeto de extensão: “Cultura Ambiental, Território Caipira e Educação do Campo: Trabalhando com a Juventude Rural do Noroeste Paulista na Escola“.

    • Este projeto tem por objetivo desenvolver tópicos da área de Geografia, em interface com Música, para alunos do Ensino Fundamental, regularmente matriculados em uma escola de meio rural de São José do Rio Preto – SP, através de projeto de trabalho voltado para a inclusão produtiva da juventude e a consolidação de redes socioeconômicas da agricultura familiar. Será utilizada como metodologia o blog de aula Centro Virtual de Estudos e Culturas do Mundo Rural. Essa ferramenta foi desenvolvida como recurso didático e ferramenta no ensino para os alunos do curso de pedagogia da Unesp de São José do Rio Preto (SP), e estendido, posteriormente, para escolas que manifestaram interesse em desenvolver tópicos da área de Ciências Humanas e suas Tecnologias. O projeto pretende difundir o conhecimento gerado na universidade através do desenvolvimento de tópicos da área de Geografia e da publicação digital de conteúdo, propiciando uma interação com outras instituições públicas de ensino, tendo uma relevância social na medida em que os alunos beneficiários da proposta, em geral, tem pouco acesso ao conhecimento gerado na universidade pública.

    Para se inscrever o aluno deve entregar na Secretaria do Departamento de Educação:

    • Formulário de solicitação de bolsa preenchido, disponível em:

    http://www.ibilce.unesp.br/#!/administracao/secao-tecnica-academica/projetos-de-extensao/bolsas-de-extensao/

    • Xerox do RG e CPF

    • Histórico escolar e Lattes atualizado

    OBSERVAÇÕES:

    1. Período de Inscrição: 03 de abril a 14 de abril 2017.

    2. A bolsa concedida é de Apoio Acadêmico e Extensão II (BAAE-II).

    3. O bolsista deve, necessariamente, possuir/abrir conta bancária no Banco do Brasil

    4. A vigência da bolsa será de abril a dezembro de 2017.

    5. Início das atividades: Abril de 2017.

    6. O aluno deve ter disponibilidade de horário no período da tarde (duas tardes).

    Ω – Veja o documentário sobre o projeto de extensão no Youtube:

    https://www.youtube.com/watch?v=a3eYOhobHD8&t=20s

  • Manejo da Cultura do Milho

    Date: 2016.12.14 | Category: CECMundoRural | Response: 8

    Trilogía milpera: maíz, frijol, calabaza. (Wikipédia: https://es.wikipedia.org/wiki/Milpa).

    Bom dia amig@s do mundo rural! Tudo bem?

    Esta é a área para a postagem do módulo 2 do curso: “Território Caipira: Uma Civilização do Milho”. Vocês devem fazer uma reflexão, no máximo 2 parágrafos, sobre à temática: “Manejo da Cultura do Milho”, a partir da aula do engenheiro agrônomo Oliver Blanco, da leitura dos textos da bibliografia do curso proposta e especialmente do livro:

    * HERNÁNDEZ, José Antonio S. El origen y la diversidad del maíz en el continente americano. 2. ed. México: Universidad Autónoma de la Ciudad de México: Greenpeace, 2012. (Disponível em: http://www.greenpeace.org/mexico/global/mexico/report/2012/9/gporigenmaiz%20final%20web.pdf). Acesso em 13 dez 2016.

    Como atividade complementar os participantes devem assistir os seguintes documentários:

    (1) Razas de maíz. Nueve mil años de agricultura en México.

    El maestro Efraím Hernández Xolocotzi fue uno de los grandes colectores de maíz en México, en este programa nos habla de la diversidad de razas de maíz en México y de su permanencia debida a el cuidado de los pueblos indígenas. Existen razas de maíz en prácticamente todos los ecosistemas del país.

    Disponível em:  https://www.youtube.com/watch?v=OdVEJz517-o

    (2) Corazones de Maíz: La Milpa Nahuat y Tutunakú.

    Este documental cuenta el origen del maíz según los mitos tradicionales de nahuats y tutunakús de la Sierra Norte de Puebla.

    Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=snRUhDepBoY

    Bom trabalho, Prof. Fábio Villela.

    PS. Outros livros, textos, etc., sobre esses e outros assuntos podem ser acessados no Google Drive do Engenheiro Agrônomo Oliver Blanco:

    https://drive.google.com/drive/folders/0B8kf_f1JuaAcfks4cEZhbE9CVGkzUXFyYmFOUW9VdDVwR0Jidkd0blVmX2dzSFYzSWNPOE0

  • Excursão Didática Horta Mandalla – Ipiguá – SP

    Date: 2016.11.22 | Category: CECMundoRural, Sem categoria | Response: 12

    Resultado de imagem para horta tipo mandala

    Car@s Alun@s da Pedagogia Ibilce/Unesp-Rio Preto, bom dia!

    Estamos organizando uma excursão didática dos alunos da Pedagogia do Ibilce/Unesp – São José do Rio Preto à Horta Mandalla de Ipiguá – SP.

    O que é a Horta Mandalla? Mandala significa círculo mágico, concentração de energia, e é considerada universalmente, como o símbolo da integração e da harmonia. Inspirados nesse conceito, o casal Ceci e Reinaldo criaram em Ipiguá – SP uma horta orgânica em torno de um círculo côncavo de barro rodeado por outros nove círculos com produtos hortifrutigranjeiros, sendo que cada um deles representa um dos planetas do sistema solar. Para quem ainda não conhece uma horta orgânica, a visita irá colocá-lo diante dessa nova realidade concreta.

    Maiores informações sobre a Horta Mandalla você poderá acessar o link:

    https://awebic.com/cultura/horta-organica/

    Haverá um ônibus institucional para a viagem da Unesp-Rio Preto / Horta Mandalla-Ipiguá /Unesp-Rio Preto, no dia 03-12-2016, sábado, em frente ao saguão principal do Ibilce/Unesp-Rio Preto, a partir das 7h:30min., com saída às 8h:00min. Não há custos, somente o participante deverá levar dinheiro se quiser adquirir os produtos da Horta Mandalla.

    A excursão didática será monitorada por companheir@s do Centro de Estudos e Culturas do Mundo Rural. Assim, solicitamos que você confirme sua presença, enviando nome completo, RG e RA para o endereço eletrônico: fabio@fabiofernandesvillela.pro.br, até no máximo 01-12-2016.

    Programação na Horta Mandalla:

    8 às 9 horas: Chegada e recepção.

    9 às 11:30 horas: Visita monitorada às instalações da Horta Mandalla.

    11:30 horas: Lanche coletivo (o participante deverá levar uma pequena porção de alimentos: bolos, sanduíches, etc., chás, café e/ou suco) para partilhar coletivamente com os participantes.

    12 horas: Retorno para São José do Rio Preto – SP.

    Saudações, Prof. Fábio Villela.

  • Mulheres e Educação do Campo

    Date: 2016.11.13 | Category: CECMundoRural | Response: 9

    Resultado de imagem para bandeira movimento de mulheres campones

    Bandeira do  Movimento de Mulheres Camponesas

    Bom dia amig@s do mundo rural! Tudo bem?

    Esta é a área para a postagem do módulo 4 do curso: “Território Caipira: Uma Civilização do Milho”. Vocês devem fazer uma reflexão, no máximo 2 parágrafos, sobre à temática: “Mulheres e Educação do Campo”, a partir da leitura dos textos da bibliografia do curso proposta:

    * PINASSI, Maria O. O protagonismo das mulheres no MST. In: IV Simpósio Lutas Sociais na América Latina, 2010, Londrina. Anais do IV simpósio Lutas Sociais na América Latina. Londrina: Gepal, 2010. v. 1. p. 125-137.

    * SALVARO, Giovana Ilka Jacinto. Jornadas de trabalho de mulheres e homens em um assentamento do MST. Revista Estudos Feministas (UFSC. Impresso), Florianópolis, v. 12, n.1, p. 321-330, 2004.

    Como atividade complementar, os participantes devem assistir ao documentário: “As Sementes” (2015), do diretor Beto Novaes, o qual retrata a história de mulheres que, de diversas maneiras, têm atuado em defesa da agroecologia no Brasil. O documentário é um mergulho nas trajetórias de vida de quatro agricultoras que participam ativamente dos movimentos agroecológicos no Brasil e que se tornaram referências e/ou lideranças sociais e políticas em seus territórios. Este filme mostra o quanto as práticas agroecológicas potencializam a participação das mulheres na unidade produtiva – desde o plantio até a comercialização – propondo relações de gênero igualitárias no campo. Um trabalho de coleta e manejo da natureza que contribui para a soberania alimentar, a preservação da biodiversidade e para o resgate das sementes crioulas.

    Link do documentário no Youtube: https://www.youtube.com/watch?v=CCZcOCcm-9Q

    Bom trabalho, Prof. Fábio Villela.

  • Excursão Didática 2017: Escola Nacional Florestan Fernandes – ENFF

    Date: 2016.07.08 | Category: CECMundoRural | Response: 0

    074

    (Escola Nacional Florestan Fernandes  – ENFF  Guararema – São Paulo – SP – Brasil)

    Bom Dia Querid@s Alun@s! Tudo bem?

    Situada em Guararema (a 70 km de São Paulo), a Escola Nacional Florestan Fernandes foi construída, entre os anos 2000 e 2005, graças ao trabalho voluntário de pelo menos mil trabalhadores sem terra e simpatizantes. Nos cinco primeiros anos de sua existência, passaram pela escola 16 mil militantes e quadros dos movimentos sociais do Brasil, da América Latina e da África. Não se trata, portanto, de uma “escola do MST”, mas de um patrimônio de todos os trabalhadores comprometidos com um projeto de transformação social. Entretanto, no momento em que o MST é obrigado a mobilizar as suas energias para resistir aos ataques implacáveis dos donos do capital, a escola torna-se carente de recursos.  Nós não podemos permitir, sequer tolerar a ideia de que ela interrompa ou sequer diminua o ritmo de suas atividades.

    A escola oferece cursos de nível superior, ministrados por mais de 500 professores, nas áreas de Filosofia Política, Teoria do Conhecimento, Sociologia Rural, Economia Política da Agricultura, História Social do Brasil, Conjuntura Internacional, Administração e Gestão Social, Educação do Campo e Estudos Latino-americanos. Além disso, cursos de especialização, em convênio com outras universidades (por exemplo, Direito e Comunicação no campo).

    O acervo de sua biblioteca, formado com base em doações, conta hoje com mais de 40 mil volumes impressos, além de conteúdos com suporte em outros tipos de mídia. Para assegurar a possibilidade de participação das mulheres, foram construídas creches (as cirandas), onde os filhos permanecem enquanto as mães estudam.

    Página Facebook da ENFF:

    https://www.facebook.com/pages/ENFF-Escola-Nacional-Florestan-Fernandes/407714382684863

    Vídeo sobre a ENFF no Youtube:

    https://www.youtube.com/watch?v=5HfY1jbaifc

    Vídeo sobre os Sem Terrinhas:

    https://www.youtube.com/watch?v=CQF6a838wD0

    A Mística do MST:

    https://www.youtube.com/watch?v=oTsAMvffccE

    Segue abaixo o informe e programação da excursão didática à Escola Nacional Florestan Fernandes  – ENFF. Saudações, Prof. Fábio Fernandes Villela.

    ***

    Car@s Alun@s da Pedagogia Ibilce/Unesp-Rio Preto,

    Estamos organizando a excursão didática dos alunos da Pedagogia e Letras do Ibilce/Unesp – São José do Rio Preto à Escola Nacional Florestan Fernandes, 24 de junho, sábado, 2017.

    Para quem ainda não conhece esse projeto, a visita vai colocá-lo diante de uma nova realidade concreta, construída, de forma voluntária e coletiva, pelos próprios alunos, que aponta para um futuro no qual a dignidade do ser humano não será mais privilégio de poucos.

    Além disso, você vai compreender que a Escola não é um projeto acabado, é um projeto em construção e sua visita tem também a intencionalidade de convidá-l@ a participar dessa construção. Sem você, sem todos nós, esse projeto não é possível.

    A despesa do aluno será de R$ 25,00, valor repassado para a ENFF para contemplar custos com café da manhã e almoço (entregar no dia para o Prof. Fábio Villela).

    Haverá um ônibus para a viagem da Unesp/Rio Preto-ENFF-Unesp/Rio Preto, 24 de junho de 2017, horário 00h:01min., (meia-noite e um), em frente ao saguão principal do Ibilce/Unesp-Rio Preto, para chegar 6h:00min. da manhã do dia 24 de junho na ENFF.

    A excursão didática será monitorada por companheir@s da ENFF e do NARA-RP (Núcleo de Ação pela Reforma Agrária de São José do Rio Preto – SP). Assim, solicitamos que você confirme sua presença, enviando nome completo e RG para o endereço eletrônico: fabio@fabiofernandesvillela.pro.br, até 22-06-2017.

    Programação na ENFF:

    8 às 9 horas:  Chegada, recepção e café

    9 às 12 horas:  Exibição do vídeo “ENFF – Uma Escola em Construção”, Apresentação do projeto da ENFF e da Associação dos Amigos da ENFF, Debate

    12 às 13 horas:  Almoço

    13 às 14 horas:  Visita monitorada às instalações da ENFF.

    14 às 15 horas:  Momento de solidariedade, depoimentos e mística de encerramento (coordenado pelos companheir@s do NARA-RP – Núcleo de Ação pela Reforma Agrária de São José do Rio Preto – SP).

    16 horas:  Retorno para São José do Rio Preto – SP.

    ***

    Seja um sócio da Associação de Amigos da Escola Nacional Florestan Fernandes.

    Rua da Abolição nº 167 – Bela Vista

    São Paulo – SP – Brasil – CEP 01319-030

    Telefone: (11) 3105-0918

    Celular: (11) 99454-9030

    Email: associacao@amigosenff.org.br

  • Congresso de Formação de Professores: de 11 a 13 Abril de 2016

    Date: 2016.04.10 | Category: CECMundoRural | Response: 0

    (O Homem do Futuro, 1933, Paul Klee).

    Bom dia Amig@s do Mundo Rural! Tudo bem?

    Convido a tod@s para o  III Congresso Nacional de Formação de Professores (CNFP) e o XIII Congresso Estadual Paulista sobre Formação de Educadores (CEPFE) que serão realizados em Águas de Lindóia/SP, no período de 11 a 13 de abril de 2016. O tema central é “Profissão de Professor: cenários, tensões e perspectivas”.  A realização é da Pró-reitoria de Graduação da Unesp. Destaco o minicurso sobre este blog de aula Centro Virtual de Estudos e Culturas do Mundo Rural, especialmente utilizado para desenvolver tópicos da área de educação cooperativa para alunos, em situação de bullying escolar, regularmente matriculados em escolas de São José do Rio Preto – SP.

    Website do congresso:

    http://www.geci.ibilce.unesp.br/logica_de_aplicacao/site/index_1.jsp?id_evento=64

    Saudações, Prof. Fábio Villela.

  • 1° Feira Nacional da Reforma Agrária

    Date: 2015.10.22 | Category: CECMundoRural | Response: 0

    Bom dia amig@s do mundo rural!

    Estamos divulgando a 1° Feira Nacional da Reforma Agrária. Segue abaixo a chamada e um vídeo no youtube. Saudações, Prof. Fábio Fernandes Villela.

    ***

    1° Feira Nacional da Reforma Agrária

    De 22 a 25/10, mais de 500 agricultores de 23 estados mais o Distrito Federal estarão presentes na 1° Feira Nacional da Reforma Agrária no Parque da Água Branca, em São Paulo.

    A população paulistana terá acesso a toneladas de alimentos a preços populares, produzidos nas áreas de assentamentos da Reforma Agrária de todas as regiões do país.

    Além da feira, quem vier ao Parque encontrará também uma vasta programação, com shows, intervenções culturais, seminários e uma Praça de Alimentação com comidas típicas de cada região.

    A Feira também é uma oportunidade de estreitar o diálogo entre a população do campo e da cidade, mostrando a importância da Reforma Agrária na produção de alimentos saudáveis para a mesa do povo brasileiro.

    Vídeo no youtube: https://www.youtube.com/watch?v=mf1REPzfqOo&feature=youtu.be

  • Cordel A História do Caipira: de Jeca Tatu aos Sem-Terras

    Date: 2015.07.14 | Category: CECMundoRural | Response: 0

    Bom dia amig@s do mundo rural! Tudo bem?

    Deixo aqui mais uma dica de livro:  A História do Caipira – De Jeca Tatu aos Sem-Terras. O autor Jesus de Burarama defende, em versos de cordel, o orgulho de ser caipira. Burarama é o escritor que ajudou a criar o “Caipirapuru” e utiliza a literatura como meio para manter viva a tradição do povo tipicamente interiorano. Leia a reportagem abaixo de Gelson Netto. Saudações, Prof. Fábio Fernandes Villela.

    ***

    Jesus de Burarama defende, em versos de cordel, o orgulho de ser caipira

    Enquanto para muita gente o rótulo de “caipira” é encarado de forma pejorativa e até mesmo ofensiva, para o escritor Renato de Jesus Souza Silva, ou simplesmente Jesus de Burarama, trata-se de motivo de orgulho. Preocupado com o desaparecimento das tradições culturais interioranas, Renato tornou-se um ativista em defesa de um ideal que se esforça para manter vivo através de sua arte, na literatura de cordel, e também de sua atuação na organização de eventos, como o Caipirapuru, em Irapuru.

    “A cultura caipira é a base da formação do povo paulista. O caipira é tipicamente paulista. O reconhecimento da cultura caipira significa a valorização daquilo que está na nossa origem”, afirma o cordelista.

    Ele nasceu em 21 de novembro de 1957, na localidade de Burarama, hoje município de Capitão Enéas, na região de Montes Claros, no norte de Minas Gerais, mas chegou ainda criança ao Oeste Paulista, com a família. Dos cinco aos dez anos de idade, morou em Irapuru e depois se mudou para Presidente Prudente, onde vive desde então.

    Aos 17 anos, obteve o primeiro emprego formal, no Sindicato Rural de Prudente, onde ajudava na organização das provas de rodeio em cavalos realizadas na Exposição de Animais. Em 1974, acompanhou a fundação do Rancho Quarto de Milha, no qual trabalhou inicialmente de 1979 a 1989 e para onde voltou há quatro anos e hoje trabalha como secretário-executivo. Entre 1985 e 1987, ocupou o cargo de presidente da Sociedade Hípica.

    “Ajudei a organizar as primeiras provas de baliza, tambor e laços com cavalo de trabalho na região. Criamos campeonatos regionais de cavalo de trabalho, com a repetição daquilo que acontece no dia a dia de uma fazenda. O quarto de milha é a melhor raça de trabalho com o gado”, explica o cordelista, que em sua trajetória também trabalhou na Sociedade Rural do Sudoeste Paulista.

    Já a ligação de Renato com o cenário cultural começou na adolescência, na época em que estudava na Escola Estadual I.E. Fernando Costa, uma das mais tradicionais da cidade, em festivais de música e cineclubes. Na década de 1980, ele participou de atividades que ajudaram a levar exibições de cinema para escolas e bairros prudentinos. Em 1982, criou na cidade o Clube do Meio.

    Na década de 1990, trabalhou na Delegacia Regional de Cultura e, nos anos 2000, foi coordenador da Oficina Cultural Regional Timochenco Wehbi.

    Porém, a grande virada na vida de Renato se deu em 2001, quando conheceu o médico e violeiro Júlio Santin, que mora em São Paulo, mas nasceu em Pacaembu e possui familiares em Irapuru. A partir da amizade, surgiu a ideia de criar um encontro de violeiros que se transformou no que é hoje o Caipirapuru, uma das festas caipiras mais importantes do interior do Estado, realizada anualmente.

    Em 2002, Renato criou a confraria Clube Amigos da Viola e, no ano seguinte, surgiu pela iniciativa dele o Instituto Matura, o Movimento de Apoio ao Turismo Regional, que divulga o potencial do Oeste Paulista.

    Em outro grande passo em sua trajetória, Renato começou a escrever versos em cordel em 2004, por influência do violeiro Gideão da Viola, de Barretos (SP), e assumiu como tema literário a cultura caipira. De lá para cá, o escritor já concluiu 40 folhetos com poemas impressos artesanalmente, como forma de popularizar o trabalho.

    “A base do cordel é a tradição oral, que forma o jeito de ser e agir de uma sociedade. O principal meio de perpetuação da nossa tradição é a oralidade. Foi uma bandeira que levantei para resgatar a nossa cultura caipira”, enfatiza.

    Em 2009, o escritor foi premiado pelo Programa de Ação Cultural (Proac), da Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo, que lhe permitiu a publicação do livro de cordel sobre o povo caipira, obra intitulada “A História do Caipira – De Jeca Tatu aos Sem-terras”. Também pelo Proac, ele voltou a ser premiado em 2010, com o projeto Comitiva Caipira, uma mostra itinerante da cultura popular. No mesmo ano, o projeto foi reconhecido pelo Prêmio Mais Cultura de Literatura de Cordel (Edição Patativa do Assaré), do Ministério da Cultura.

    Pela Timochenco Wehbi, Renato já passou por diversas cidades da região com oficinas de literatura de cordel nas quais promove o “confronto” entre o Saci-Pererê e o Halloween. O assunto é encarado pelo escritor com críticas voltadas às escolas, tanto particulares quanto públicas, que, na visão de Renato, hoje em dia dão mais destaque ao chamado “Dia das Bruxas”, celebrado especialmente nos países de língua inglesa, do que ao folclore tipicamente brasileiro, cujo Dia Nacional é comemorado em 22 de agosto.

    A preocupação do cordelista é tão intensa que ele já aderiu à campanha nacional que pretende fazer com que o Saci-Pererê seja escolhido o mascote do Jogos Paralímpicos que serão disputados em 2016 no Rio de Janeiro (RJ).

    “Os alunos hoje em dia não sabem contar histórias. Os trabalhos escolares sobre o folclore são apenas formais, tirados da internet. O folclore é visto como uma obrigação nas escolas, mas não deve ser assim. Deve ser visto como a manutenção de uma tradição. A oralidade está morrendo, com os causos, as anedotas e os acalantos. Os pais não cantam mais para os filhos dormirem, mas colocam um CD para tocar”, argumenta.

    Além de municípios do Estado de São Paulo, a Comitiva Caipira também já passou por Porto Murtinho e Amambai, no Mato Grosso do Sul. No ano passado, junto com Júlio Santin, ele fez uma apresentação de cordel caipira em um simpósio na Pontifícia Universidade Católica (PUC) de Campinas (SP).

    Entre os cordéis declamados por Renato, o que mais faz sucesso com o público chama-se “Lamento Caipira Moderno”, em que o escritor aborda os impactos da expansão do cultivo da cana-de-açúcar.

    (Reelaborado a partir da reportagem disponível em: http://www.ifronteira.com/imais-perfil-51520).

  • Educação do campo: educar a cidade! Alvarenga e Ranchinho: Rê Rê!

    Date: 2015.07.05 | Category: CECMundoRural | Response: 0

    Bom dia Amig@s do Mundo Rural! Tudo bem?

    Hoje é dia de relembrar Alvarenga e Ranchinho, compositores, cantores e humoristas (Murilo Alvarenga, Alvarenga – 1912 – 1978 e Diésis dos Anjos Gaia, Ranchinho – Jacareí, SP – 1913 – 1991).  Veja e reveja Alvarenga e Ranchinho no Ensaio da TV Cultura de 1973 (https://www.youtube.com/watch?v=dHBm961kxGY). Educação do campo: educar a cidade!

    Saudações, Prof. Fábio Fernandes Villela.

    ***

    Em 1928, o trapezista e cantor de tangos Murilo Alvarenga conheceu Diésis dos Anjos Gaia em uma serenata no litoral paulista. Começam a cantar juntos em circos interpretando músicas sertanejas, o que era uma novidade na época. A dupla iniciou-se em 1933, trabalhando no Circo Pinheiro em Santos. Devido às paródias baseadas no governo de Getúlio Vargas, a dupla sofreu algumas perseguições.

    Contavam histórias, faziam sketches cômicas e cantavam suas músicas e logo depois eram, muitas vezes, presos. No mesmo ano, apresentaram-se na Companhia Bataclã em São Paulo.

    Em 1934, a convite do maestro Breno Rossi começaram a trabalhar na Rádio São Paulo. Em 1935, formam com Silvino Neto o trio Os Mosqueteiros da Garoa, que teve curta duração. Ainda naquele ano, venceram o concurso de músicas carnavalescas de São Paulo com a marcha “Sai feia”, de Alvarenga. Trabalharam no filme “Fazendo fita” de Vittorio Capellaro, a convite do Capitão Furtado. Em 1936, dirigiram-se para o Rio de Janeiro indo se apresentar na Casa de Caboclo.

    Começaram a se apresentar na Rádio Tupi no programa “Hora do Guri”. Naquele mesmo ano, gravaram o primeiro disco pela Odeon “Itália e Abissínia”, uma moda de viola com o Capitão Furtado e o cateretê “Liga das Nações”. Em 1936, seguiram para Buenos Aires, onde se apresentaram no Teatro Smart.

    Em 1937, já no auge do sucesso, passaram a fazer parte do elenco do Cassino da Urca, onde apresentavam sátiras políticas além de outros gêneros. Em 1938, obtiveram seu maior sucesso carnavalesco com a marcha “Seu condutor”, em parceria com Herivelto Martins. Ainda naquele ano, a dupla separou-se pela primeira vez.

    Alvarenga fez gravações com Bentinho e também com o grupo chamado “Alvarenga e sua gente”. A dupla se separaria outras vezes ao longo dos 27 anos de carreira.

    Em 1939, a dupla se recompôs gravando novos discos pela Odeon. Ainda no mesmo ano, a dupla foi convidada por Alzira Vargas para apresentar-se para o Presidente Vargas no Palácio do Catete. Getúlio Vargas gostou das músicas da dupla e mandou suspender a perseguição a suas composições políticas.

    Também em 1939, excursionaram pelo Rio Grande Sul e passaram a se apresentar na Rádio Mayrink Veiga. Receberam o título de “Os milionários do riso”, graças aos cada vez mais sucedidos sketches cômicos. Em 1940, gravaram pela Odeon um de seus maiores sucessos, “Romance de uma caveira”, de Alvarenga, Ranchinho e Chiquinho Sales. Em 1946, Alvarenga abriu uma boate em Copacabana, no Posto Seis, ali se apresentando por dois anos. Em 1949, gravaram “Drama da Angélica” intitulada de canto tétrico. Em 1950, fizeram uma excursão de um mês por Portugal apresentando-se no Cassino Estoril em Lisboa. Em 1955, participaram do filme “Carnaval em lá maior”, de Ademar Gonzaga.

    Fizeram campanhas políticas para Juscelino Kubitscheck e Ademar de Barros. Fizeram célebres paródias de músicas conhecidas como “Nervos de aço”, de Lupicínio Rodrigues, “Adios muchacho”, de Júlio Sanders e César Vendani, e “Disparada”, de Geraldo Vandré e Téo de Barros.

    A partir de 1959, a dupla deixou de trabalhar no rádio passando a trabalhar apenas na televisão. Em 1965, Diésis dos Anjos abandonou a dupla e foi substituído por Homero de Souza, que passou a ser o novo Ranchinho.

    A partir dos anos 70 passaram a se apresentar quase exclusivamente no interior do país, até a morte de Alvarenga em 1978.

    Discografia

    (1999) Alvarenga e Ranchinho • EMI • CD

    (1997) Os milionários do riso • BMG • CD

    (1977) Alvarenga e Ranchinho • EMI/Odeon • LP

    (1973) Os milionários do riso • RCA • LP

    (1941) Ó minha mãe/Pode sê ou tá difício? • Odeon • 78

    (1941) Ó que coisa horrível/Caveira • Odeon • 78

    (1941) Tragédia de uma careca/Pega o pitp • Odeon • 78

    (1941) Moda dos cantores/Minha toada • Odeon • 78

    (1941) Bandeira do Brasil/A mulher e a carta • Odeon • 78

    (1941) Solta busca-pé/A fogueira tá queimando • Odeon • 78

    (1940) Lá vem o trem/Marcha dos bairros • Odeon • 78

    (1940) Cai fora pato/Intão, inté • Odeon • 78

    (1940) Romance de uma caveira/Muié pra cada um • Odeon • 78

    (1940) Seresta/Gaúcho de lei • Odeon • 78

    (1940) Minas Gerais/Dona felicidade • Odeon • 78

    (1940) Não posso deixar de te amar, oh Guiomar/Arta do algodão • Odeon • 78

    (1940) Sindicato das galinhas/Moda dos poetas • Odeon • 78

    (1940) Desafio de São João/Tempinho bão • Odeon • 78

    (1940) Carta da namorada/Tenderê • Odeon • 78

    (1940) Brasileiro apaixonado/Leonor • Odeon • 78

    (1940) Quem inventô o trabaio/A muié e o cinema • Odeon • 78

    (1940) Bala-lá-i-cá/Dinheiro novo • Odeon • 78

    (1940) Moda dos ispique/Lencinho paulista • Odeon • 78

    (1940) Suzana/Melhorou muito • Odeon • 78

    (1939) É de colher/Quando a saudade vem • Odeon • 78

    (1939) O mundo é das muié/Superstição • Odeon • 78

    (1939) Saudades de Ouro Preto/Adeus paioça • Odeon • 78

    (1939) Os presidentes/Chapéu de paia • Odeon • 78

    (1939) Psicologia dos nomes/Caboclo triste • Odeon • 78

    (1939) O divórcio vem aí/Nois e Buenos Aires • Odeon • 78

    (1939) Morena, minha morena/Despertar de minha vida • Odeon • 78

    (1939) A mulher e o rádio/Casamento de Miquelina • Odeon • 78

    (1939) Moda de guerra/Alegria do carreiro • Odeon • 78

    (1939) Musga estrangeira/Nois no Rio • Odeon • 78

    (1939) Quem quer meu papagaio?/Ferdinando • Odeon • 78

    (1938) Que horas são?/Linda Veneza • Odeon • 78

    (1938) Mandamentos de caboclo/Carnaval carioca • Odeon • 78

    (1938) Moda da moeda/Moda da carta • Odeon • 78

    (1938) Loja americana/Tudo em “p” • Odeon • 78

    (1938) Numa noite de luar/Paquetá • Odeon • 78

    (1938) Bombeiro/Oh! Bela! • Odeon • 78

    (1937) Vida de um condenado/Chalé furtado • Victor • 78

    (1937) Boi amarelinho/Moda dos meses • Victor • 78

    (1937) Italianinha/Violeiro triste • Victor • 78

    (1937) Devo e não nego • Victor • 78

    (1937) Semana de caboclo/A mulher e o telefone • Victor • 78

    (1937) Caboclo viajado/Adoração • Odeon • 78

    (1937) Balão/Roda na fogueira • Odeon • 78

    (1937) Moda do solteirão./Desafio • Odeon • 78

    (1937) Papagaiada/Seu Macário • Odeon • 78

    (1937) Calango/Rancho abandonado • Odeon • 78

    (1937) Seu condutor/Sereia • Odeon • 78

    (1936) Itália e Abissínia/Liga das nações • Odeon • 78

    (1936) Lição de geografia/A moda do beijo • Odeon • 78

    (1936) Você não é o meu tipo/Você não era assim • Odeon • 78

    (1936) Repartindo um boi/A baixa do café • Odeon • 78

    (1936) Circuito da Gávea/Liga dos bichos • Victor • 78

    Referência

    Dicionário Cravo Albin da Música Popular Brasileira

    http://www.dicionariompb.com.br/alvarenga-e-ranchinho/dados-artisticos

  • 2ª Jornada Universitária em Defesa da Reforma Agrária da Unesp de São José do Rio Preto

    Date: 2015.02.21 | Category: CECMundoRural | Response: 0

    Bom dia Amig@s do Mundo Rural! Tudo bem?

    Em 2014 realizamos na Unesp de São José do Rio Preto, a primeira edição das Jornadas Universitárias em Defesa da Reforma Agrária, em conjunto com o 3º Seminário O Trabalho no Século XXI: Educação, Trabalho e Saúde no Campo e o 1º Seminário de Educação do Campo da Unesp de Rio Preto. Vcs podem conferir o website do evento no seguinte link:

    http://www.fabiofernandesvillela.pro.br/eventos/seminario-trabalhador-2014/home

    Na 1ª edição das Jornadas participaram 57 instituições de ensino superior, entre campus, institutos e universidades brasileiras. O êxito das Jornadas pode ser dimensionado pelos seguintes desdobramentos: (1) permitiram o trabalho coletivo de diversos grupos de pesquisa da mesma universidade que tem em comum o apoio ao MST e a Reforma Agrária; (2) proporcionaram momento importante de integração e articulação entre a comunidade acadêmica e os movimentos sociais do campo; (3) se constituíram como importante espaço de formação e de propaganda sobre os temas da questão agrária, do projeto de país, das matrizes de produção da vida, da estratégia de construção popular e da luta pelo socialismo, no ambiente acadêmico; (4) foram demonstração de apoio das universidades à reforma agrária perante a sociedade.

    O desafio para a segunda edição, em 2015, é ampliar a qualidade das ações desenvolvidas, visando tanto a formação e propaganda interna, quanto a comunicação para a sociedade dessa fértil parceria entre as universidades brasileiras e o MST. Para essa tarefa, convidamos a tod@s para as seguintes atividades na Unesp de São José do Rio Preto, dias 22, 23 e 24 de abril de 2015, no Auditório C, a partir das 19:00h:

    Dia 22 de Abril de 2015

    - Mesa-Redonda: Reestruturação Produtiva, Agronegócio e Educação (Coordenação: Prof. Dr. Vitor Machado – Unesp – Bauru)

    - Lançamento do livro: Riqueza e Miséria do Trabalho no Brasil III (Organização Ricardo Antunes, Editora Boitempo)

    O terceiro volume de Riqueza e miséria do trabalho no Brasil, projeto do sociólogo e professor da Unicamp Ricardo Antunes, explora o laboratório capitalista em países nórdicos e no Brasil, aprofundando o objetivo da série de traçar um panorama do momento atual e do futuro do trabalho e do sindicalismo no Brasil. Dando continuidade ao projeto iniciado com a publicação dos volumes I e II desta série, também pela Boitempo, os autores investigam em profundidade os caminhos do mundo do trabalho contemporâneo, suas metamorfoses e transformações, com o olhar voltado especialmente para o caso brasileiro, mas também para o espaço produtivo e as formas diferenciadas de produção nos países capitalistas centrais.

    Dia 23 de Abril de 2015

    - Mesa-Redonda: Por uma Reforma Agrária Popular (Coordenação: Coletivo Gregório Bezerra – Comuna Amarildo – Santa Catarina – SC)

    Dia 24 de Abril de 2015

    - Palestra: Os Caminhos da Agroecologia (Palestrantes: Virlei Ferreira – Coordenação Nacional do MST e Anderson Bacciotti – Secretaria da Educação do Estado de São Paulo, Escola Estadual Dr. Avelino Aparecido Ribeiro, Iaras – SP ).

    ***

    Mini-Cursos
    Dia 23 de Abril de 2015

    14:00h as 18:00h

    1. História e Atualidade dos Conflitos Rurais no Estado de São Paulo (Observatório dos Conflitos Rurais em São Paulo) (Carga-horária 4h/aula).

    Dia 24 de Abril de 2015

    14:00h as 18:00h

    2. Gênero e Campo (Coletivo Feminista Classista Ana Montenegro) (Carga-horária 4h/aula).

    ***

    Certificados: os certificados do evento terão carga horária total de 12 horas/aula.

    ATENÇÃO: os CERTIFICADOS de participação serão ENVIADOS SOMENTE VIA E-MAIL, em arquivo PDF para impressão, em até 30 dias após o término do evento. SOMENTE serão emitidos certificados para quem assinar a lista de presença nos 3 dias do evento.

    Valores: evento gratuito.

    Número de vagas: 200 pessoas (capacidade máxima do auditório).

    Inscrições: as inscrições para o evento poderão feitas no primeiro dia do evento e/ou antecipadas via website:

    www.even3.com.br/2jornibilce

    Página do evento no Facebook:

    https://www.facebook.com/events/1584256185126157/?ref_dashboard_filter=upcoming&source=1

    APOIO

    ADUNESP – Rio Preto – Associação dos Docentes da Universidade Estadual Paulista

    CAPED – Centro Acadêmico “Wilson Cantoni” da Pedagogia – Ibilce – Unesp – Rio Preto

    CPT – Comissão Pastoral da Terra – Promissão – SP

    DAF – Diretório Acadêmico da Filosofia – Unesp – Rio Preto

    NARA-RP – Núcleo Ação pela Reforma Agrária – Rio Preto

    BLOG A PÁGINA DA VIDA

    Sidinei Ribeiro – www.apaginadavida.blogspot.com

    CNPQ – Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico

    CANTINA DO GIL – Ibilce – Unesp – São José do Rio Preto – SP

    FAPERP – Fundação de Apoio à Pesquisa e Extensão de São José do Rio Preto – SP

    GEPEC – UFSCar – Grupo de Estudos e Pesquisas em Educação do Campo da Universidade Federal de São Carlos – SP

    GEPEDOC – UNESP- Rio Preto – Grupo de Estudos e Pesquisas em Educação do Campo da Unesp de S. José do Rio Preto – SP

    HISTEDBR – Grupo de Estudos e Pesquisas sobre História, Sociedade e Educação no Brasil – Faculdade de Educação, UNICAMP

    ICLS – Instituto Cultural Lyndolpho Silva

    PEJA – Projeto Unesp de Educação de Jovens e Adultos, UNESP – Campus São José do Rio Preto – SP

    PROEX – Pró-Reitoria de Cultura e Extensão, UNESP

    PROPE – Pró-Reitoria de Pesquisa, UNESP

    PROGRAD – Pró-Reitoria de Graduação, UNESP

    RET – Rede de Estudos do Trabalho

    SSPM – Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de São José do Rio Preto – SP

    UFSCAR – Universidade Federal de São Carlos – SP

    UNICAMP – Universidade Estadual de Campinas – SP

    USP – Universidade de São Paulo, Campus de Ribeirão Preto – SP

    LOCAL: Auditório C, Instituto de Biociências, Letras e Ciências Exatas – IBILCE, Universidade Estadual Paulista – Júlio de Mesquita Filho – UNESP, Rua Cristóvão Colombo, 2265 – Jd.Nazareth – Fone (17) 3221-2318 – CEP. 15054-000 – São José do Rio Preto – SP.

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