Posts Tagged ‘educação básica’

  • Manejo da Cultura do Milho

    Date: 2016.12.14 | Category: CECMundoRural | Response: 8

    Trilogía milpera: maíz, frijol, calabaza. (Wikipédia: https://es.wikipedia.org/wiki/Milpa).

    Bom dia amig@s do mundo rural! Tudo bem?

    Esta é a área para a postagem do módulo 2 do curso: “Território Caipira: Uma Civilização do Milho”. Vocês devem fazer uma reflexão, no máximo 2 parágrafos, sobre à temática: “Manejo da Cultura do Milho”, a partir da aula do engenheiro agrônomo Oliver Blanco, da leitura dos textos da bibliografia do curso proposta e especialmente do livro:

    * HERNÁNDEZ, José Antonio S. El origen y la diversidad del maíz en el continente americano. 2. ed. México: Universidad Autónoma de la Ciudad de México: Greenpeace, 2012. (Disponível em: http://www.greenpeace.org/mexico/global/mexico/report/2012/9/gporigenmaiz%20final%20web.pdf). Acesso em 13 dez 2016.

    Como atividade complementar os participantes devem assistir os seguintes documentários:

    (1) Razas de maíz. Nueve mil años de agricultura en México.

    El maestro Efraím Hernández Xolocotzi fue uno de los grandes colectores de maíz en México, en este programa nos habla de la diversidad de razas de maíz en México y de su permanencia debida a el cuidado de los pueblos indígenas. Existen razas de maíz en prácticamente todos los ecosistemas del país.

    Disponível em:  https://www.youtube.com/watch?v=OdVEJz517-o

    (2) Corazones de Maíz: La Milpa Nahuat y Tutunakú.

    Este documental cuenta el origen del maíz según los mitos tradicionales de nahuats y tutunakús de la Sierra Norte de Puebla.

    Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=snRUhDepBoY

    Bom trabalho, Prof. Fábio Villela.

    PS. Outros livros, textos, etc., sobre esses e outros assuntos podem ser acessados no Google Drive do Engenheiro Agrônomo Oliver Blanco:

    https://drive.google.com/drive/folders/0B8kf_f1JuaAcfks4cEZhbE9CVGkzUXFyYmFOUW9VdDVwR0Jidkd0blVmX2dzSFYzSWNPOE0

  • Cordel A História do Caipira: de Jeca Tatu aos Sem-Terras

    Date: 2015.07.14 | Category: CECMundoRural | Response: 0

    Bom dia amig@s do mundo rural! Tudo bem?

    Deixo aqui mais uma dica de livro:  A História do Caipira – De Jeca Tatu aos Sem-Terras. O autor Jesus de Burarama defende, em versos de cordel, o orgulho de ser caipira. Burarama é o escritor que ajudou a criar o “Caipirapuru” e utiliza a literatura como meio para manter viva a tradição do povo tipicamente interiorano. Leia a reportagem abaixo de Gelson Netto. Saudações, Prof. Fábio Fernandes Villela.

    ***

    Jesus de Burarama defende, em versos de cordel, o orgulho de ser caipira

    Enquanto para muita gente o rótulo de “caipira” é encarado de forma pejorativa e até mesmo ofensiva, para o escritor Renato de Jesus Souza Silva, ou simplesmente Jesus de Burarama, trata-se de motivo de orgulho. Preocupado com o desaparecimento das tradições culturais interioranas, Renato tornou-se um ativista em defesa de um ideal que se esforça para manter vivo através de sua arte, na literatura de cordel, e também de sua atuação na organização de eventos, como o Caipirapuru, em Irapuru.

    “A cultura caipira é a base da formação do povo paulista. O caipira é tipicamente paulista. O reconhecimento da cultura caipira significa a valorização daquilo que está na nossa origem”, afirma o cordelista.

    Ele nasceu em 21 de novembro de 1957, na localidade de Burarama, hoje município de Capitão Enéas, na região de Montes Claros, no norte de Minas Gerais, mas chegou ainda criança ao Oeste Paulista, com a família. Dos cinco aos dez anos de idade, morou em Irapuru e depois se mudou para Presidente Prudente, onde vive desde então.

    Aos 17 anos, obteve o primeiro emprego formal, no Sindicato Rural de Prudente, onde ajudava na organização das provas de rodeio em cavalos realizadas na Exposição de Animais. Em 1974, acompanhou a fundação do Rancho Quarto de Milha, no qual trabalhou inicialmente de 1979 a 1989 e para onde voltou há quatro anos e hoje trabalha como secretário-executivo. Entre 1985 e 1987, ocupou o cargo de presidente da Sociedade Hípica.

    “Ajudei a organizar as primeiras provas de baliza, tambor e laços com cavalo de trabalho na região. Criamos campeonatos regionais de cavalo de trabalho, com a repetição daquilo que acontece no dia a dia de uma fazenda. O quarto de milha é a melhor raça de trabalho com o gado”, explica o cordelista, que em sua trajetória também trabalhou na Sociedade Rural do Sudoeste Paulista.

    Já a ligação de Renato com o cenário cultural começou na adolescência, na época em que estudava na Escola Estadual I.E. Fernando Costa, uma das mais tradicionais da cidade, em festivais de música e cineclubes. Na década de 1980, ele participou de atividades que ajudaram a levar exibições de cinema para escolas e bairros prudentinos. Em 1982, criou na cidade o Clube do Meio.

    Na década de 1990, trabalhou na Delegacia Regional de Cultura e, nos anos 2000, foi coordenador da Oficina Cultural Regional Timochenco Wehbi.

    Porém, a grande virada na vida de Renato se deu em 2001, quando conheceu o médico e violeiro Júlio Santin, que mora em São Paulo, mas nasceu em Pacaembu e possui familiares em Irapuru. A partir da amizade, surgiu a ideia de criar um encontro de violeiros que se transformou no que é hoje o Caipirapuru, uma das festas caipiras mais importantes do interior do Estado, realizada anualmente.

    Em 2002, Renato criou a confraria Clube Amigos da Viola e, no ano seguinte, surgiu pela iniciativa dele o Instituto Matura, o Movimento de Apoio ao Turismo Regional, que divulga o potencial do Oeste Paulista.

    Em outro grande passo em sua trajetória, Renato começou a escrever versos em cordel em 2004, por influência do violeiro Gideão da Viola, de Barretos (SP), e assumiu como tema literário a cultura caipira. De lá para cá, o escritor já concluiu 40 folhetos com poemas impressos artesanalmente, como forma de popularizar o trabalho.

    “A base do cordel é a tradição oral, que forma o jeito de ser e agir de uma sociedade. O principal meio de perpetuação da nossa tradição é a oralidade. Foi uma bandeira que levantei para resgatar a nossa cultura caipira”, enfatiza.

    Em 2009, o escritor foi premiado pelo Programa de Ação Cultural (Proac), da Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo, que lhe permitiu a publicação do livro de cordel sobre o povo caipira, obra intitulada “A História do Caipira – De Jeca Tatu aos Sem-terras”. Também pelo Proac, ele voltou a ser premiado em 2010, com o projeto Comitiva Caipira, uma mostra itinerante da cultura popular. No mesmo ano, o projeto foi reconhecido pelo Prêmio Mais Cultura de Literatura de Cordel (Edição Patativa do Assaré), do Ministério da Cultura.

    Pela Timochenco Wehbi, Renato já passou por diversas cidades da região com oficinas de literatura de cordel nas quais promove o “confronto” entre o Saci-Pererê e o Halloween. O assunto é encarado pelo escritor com críticas voltadas às escolas, tanto particulares quanto públicas, que, na visão de Renato, hoje em dia dão mais destaque ao chamado “Dia das Bruxas”, celebrado especialmente nos países de língua inglesa, do que ao folclore tipicamente brasileiro, cujo Dia Nacional é comemorado em 22 de agosto.

    A preocupação do cordelista é tão intensa que ele já aderiu à campanha nacional que pretende fazer com que o Saci-Pererê seja escolhido o mascote do Jogos Paralímpicos que serão disputados em 2016 no Rio de Janeiro (RJ).

    “Os alunos hoje em dia não sabem contar histórias. Os trabalhos escolares sobre o folclore são apenas formais, tirados da internet. O folclore é visto como uma obrigação nas escolas, mas não deve ser assim. Deve ser visto como a manutenção de uma tradição. A oralidade está morrendo, com os causos, as anedotas e os acalantos. Os pais não cantam mais para os filhos dormirem, mas colocam um CD para tocar”, argumenta.

    Além de municípios do Estado de São Paulo, a Comitiva Caipira também já passou por Porto Murtinho e Amambai, no Mato Grosso do Sul. No ano passado, junto com Júlio Santin, ele fez uma apresentação de cordel caipira em um simpósio na Pontifícia Universidade Católica (PUC) de Campinas (SP).

    Entre os cordéis declamados por Renato, o que mais faz sucesso com o público chama-se “Lamento Caipira Moderno”, em que o escritor aborda os impactos da expansão do cultivo da cana-de-açúcar.

    (Reelaborado a partir da reportagem disponível em: http://www.ifronteira.com/imais-perfil-51520).

  • Livro “Bem Sertanejo” de Michel Teló e André Piunti

    Date: 2015.07.12 | Category: CECMundoRural | Response: 0

    bsssl

    Bom dia amig@s do mundo rural! Tudo bem?

    Acabei de ler e recomendamos a tod@s o recém lançado livro do Michel Teló e André Piunti: “Bem Sertanejo”. O livro tem como sinopse o resumo abaixo. Imperdível. Saudações, Fábio Fernandes Villela.

    [...] Antes confinada ao interior do país, a música sertaneja vem conquistando fãs de todas as idades e classes sociais e hoje é o gênero que mais toca nas rádios e baladas. Hits como “Ai se eu te pego” e “Tchererê” viraram sucesso em vários países e levaram este ritmo tão brasileiro pelo mundo afora. Mas a rica história do sertanejo é pouco conhecida. O livro Bem Sertanejo – a história da música que conquistou o Brasil, de Michel Teló e André Piunti, lançamento da Editora Planeta, vem preencher esta lacuna. Inspirado no programa homônimo exibido pelo Fantástico em 2014, o livro traz entrevistas com os maiores representantes do gênero. Histórias que não apareceram na televisão são contadas em riqueza de detalhes. Dos lendários Milionário & José Rico aos clássicos Chitãozinho & Xororó, dos campeões de hits como Zezé di Camargo & Luciano aos cantores solo como Sérgio Reis, passando pelas mulheres como Paula Fernandes e a nova geração de Luan Santana e Gusttavo Lima, todos estão presentes. Ricamente ilustrado com mais de 150 fotos, muitas inéditas, o livro Bem Sertanejo traz ainda uma linha do tempo que conta o começo dessa história e quadros com os grandes nomes da então chamada música caipira como Tonico e Tinoco e Léo Canhoto e Robertinho. Michel Teló conseguiu abrir o baú de recordações dos artistas que lembram o início de suas carreiras, revelam suas influências e as maiores dificuldades que tiveram e celebram os grandes momentos. Para fãs de clássicos como “Fio de cabelo” e “Menino da porteira” aos hits do passado como “Entre tapas e beijos” e “É o amor” e sucessos recentes como “Jeito carinhoso” e “Te esperando” [...] .

  • Campanha Adote a Ciranda Infantil Saci Pererê da Escola Nacional Florestan Fernandes – ENFF

    Date: 2015.06.21 | Category: CECMundoRural, ciranda infantil saci pererê | Response: 0

    Querid@s amig@s do mundo rural, bom dia!

    Estamos iniciando na nossa região (São José do Rio Preto – SP) uma campanha para arrecadar contribuições para apoiar a Ciranda Infantil Saci Pererê da Escola Nacional Florestan Fernandes – ENFF (leia o texto abaixo). As contribuições serão armazenadas na sala do PEJA – IBILCE – Unesp – Rio Preto (Programa Unesp de Educação de Jovens e Adultos) e posteriormente encaminhadas para a Escola Nacional Florestan Fernandes – ENFF. Dúvidas ou esclarecimentos sobre a campanha entrar em contato com o Prof. Fábio Fernandes Villela, através do email:

    fabio@fabiofernandesvillela.pro.br

    Saudações, Prof. Fábio Fernandes Villela.

    Apoio

    ADUNESP – Rio Preto – Associação dos Docentes da Universidade Estadual Paulista

    CAPED – Centro Acadêmico “Wilson Cantoni” da Pedagogia – Ibilce – Unesp – Rio Preto

    DAF – Diretório Acadêmico da Filosofia – Unesp – Rio Preto

    NARA-RP – Núcleo Ação pela Reforma Agrária – Rio Preto

    GEPEC – UFSCar – Grupo de Estudos e Pesquisas em Educação do Campo da Universidade Federal de São Carlos – SP

    GEPEDOC – UNESP- Rio Preto – Grupo de Estudos e Pesquisas em Educação do Campo da Unesp de S. José do Rio Preto – SP

    ICLS – Instituto Cultural Lyndolpho Silva

    PEJA – Projeto Unesp de Educação de Jovens e Adultos, UNESP – Campus São José do Rio Preto – SP

    SSPM – Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de São José do Rio Preto – SP

    ***

    Ciranda Infantil Saci Pererê da Escola Nacional Florestan Fernandes – ENFF

    No ano de 2015 a Ciranda Infantil Saci Pererê completa 9 anos de existência e necessita de contribuições para seu espaço infantil. O recurso recebido vai possibilitar reformar toda a infraestrutura física da Ciranda, inclusive seu parquinho; no entanto, estamos precisando de ajuda no sentido de organizar o interior da ciranda, com brinquedos educativos (jogos, bonecos, blocos de montar, e toda diversidade de brinquedos para a faixa etária de 0 a 12 anos), materiais didáticos e pedagógicos para trabalhos educativos (tinta guache, pinceis, lápis de cor, giz de cera, massa de modelar, cartolina, papel, fita adesiva, cola etc.) e outros materiais importantes como roupas, fraldas, lenços, etc.

    A Ciranda foi inaugurada no dia 04 de novembro de 2006. Nesse espaço as crianças Sem Terrinha de todo o Brasil e América Latina contam histórias, brincam e conhecem as diversas realidades de nosso país e do mundo. É um espaço que busca desenvolver as práticas educativas com as crianças enquanto as mães e pais estão estudando ou trabalhando na Escola. Tem como objetivo trabalhar as várias dimensões do ser criança Sem terrinha, como sujeito de direitos, com valores, imaginação, fantasias e personalidade em formação.

    Busca contribuir no desenvolvimento da criança de 0 a 6 anos, de forma integral, incentivando o hábito da leitura, o desenvolvimento psicomotor e o gosto pelas artes, por meio de oficinas de contação de histórias, oficinas de arte-educação (pintura, teatro, recortes e colagens, desenhos, esculturas) e de brincadeiras e jogos cooperativos, que possibilitem à criança se integrar ativamente em um coletivo, estimulando o aprendizado da criatividade e da cooperação.

    A Ciranda é um lugar de criação, de invenção, de recriar, de imaginar, e também se configura em espaço de construção do coletivo infantil, no qual as crianças aprendem a dividir o brinquedo, o lápis, o lanche, a luta, o compartilhar a vida em comunidade. Assim, as crianças vão se constituindo como sujeito lúdico, resignificando seu brincar e sua experiência cultural.

    Na Ciranda Infantil Saci Pererê busca-se construir uma leitura de mundo transformadora, a partir do diálogo com as crianças Sem Terrinha, cultivando os valores do amor à terra, da solidariedade, do companheirismo, do estudo e do respeito às diferenças, para assim, possibilitar a construção de um mundo que vise a verdadeira emancipação humana.

    Contamos com o apoio dos amigos e amigas da Escola Nacional Florestan Fernandes, para que possamos fazer a Ciranda Infantil Saci Pererê à altura do que lutamos e desejamos para nossas crianças.

    Visite o site da Associação dos Amigos da Escola Nacional Florestan Fernandes – AAENFF :

    http://www.amigosenff.org.br/pt-BR/

  • Conflito e Violência como Novos Espaços de Educação

    Date: 2015.05.05 | Category: CECMundoRural | Response: 82

    Querid@s alun@s, bom dia!

    O conflito e a violência, conforme aponta Petrus (2003, p. 65 – 80), manifesta-se no ambiente escolar através de diversas práticas como, por exemplo, o “bullying”. A partir dos textos propostos no módulo 2, comente as possíveis relações entre a violência, o bullying e as possíveis intervenções para resolução do problema, do ponto de vista das possibilidades de formação omnilateral. Como atividade complementar, os alunos podem assistir os filmes listados abaixo, disponíveis no Youtube, sobre a temática do Bullying. Saudações, Prof. Fábio Fernandes Villela

    Bullying: provocações sem limites:

    https://www.youtube.com/watch?v=B7QHyQsvvlQ

    Bullying: é hora de tomar uma atitude:

    https://www.youtube.com/watch?v=3xdQprk_InI

  • Chega de Bullying: Não Fique Calado!

    Date: 2015.05.03 | Category: CECMundoRural | Response: 12

    Bom dia amig@s do mundo rural!

    Nosso projeto Educação Cooperativa e Novas Tecnologias: Projeto de Prevenção ao Bullying Escolar entre Jovens de Escolas de Meio Rural através do Uso de Novas Mídias Sociais participa da campanha: Chega de bullying: não fique calado! Incentivamos a tod@s a baixar a apostila disponível no website da campanha. Saudações, Prof. Fábio Fernandes Villela.

    Apostila: “Chega de bullying: não fique calado!”

    Nesta apostila são descritas situações que acontecem com meninos e meninas como você e seus amigos e amigas. Certamente, a maioria das coisas é legal e divertida, mas, às vezes, pode haver situações com colegas que não são agradáveis. E mais, que podem ser muito tristes e prejudiciais.

    Por isso, aqui propomos pensar juntos sobre um problema grave, para o qual temos que dizer CHEGA. Esse problema é o bullying.

    Talvez você não conheça essa palavra, mas temos certeza de que poderá reconhecer rapidamente do que se trata depois de ler esta apostila.

    Você e seus colegas poderão completar atividades e participar de jogos que ajudarão a entender bem o que significa incomodar, perseguir, ameaçar ou discriminar alguém, e como se sentem as pessoas que participam dessas situações.

    O programa CHEGA DE BULLYING quer ajudá-lo a pensar sobre o assunto. Conhecer o tema permitirá encontrar novas soluções para um problema que afeta milhões de meninos e meninas. Os adultos próximos a você também devem participar da prevenção e ajudar para que o bullying não ocorra.

    Se você não sabe, é muito importante considerar que todos os meninos e meninas têm direito de ser quem são. Esses direitos estão escritos na Convenção sobre os Direitos da Criança, um tratado internacional do qual fazem parte todos os países e governos da América Latina.

    Esse documento diz que todos os meninos e meninas devem ser protegidos e não discriminados, nem sequer por outros meninos e meninas.

    Por isso, o convidamos a conhecer um pouco mais sobre algumas situações que podem afetar você ou seus colegas. É importante estar informado para poder participar e dar sua opinião sobre tudo o que diz respeito a você e aos que o rodeiam.

    JUNTE-SE A NÓS!

    Website com a apostila: http://chegadebullying.com.br/

  • Lançamento do Programa Nacional de Educação do Campo – Pronacampo

    Date: 2012.03.27 | Category: CECMundoRural | Response: 0

    Boa Noite Amigos do Mundo Rural! Tudo bem?

    O Programa Nacional de Educação do Campo (Pronacampo), lançado dia 20-03-2011, vai oferecer apoio técnico e financeiro aos estados, Distrito Federal e municípios para implementação da política de educação do campo. O lançamento, no Palácio do Planalto, teve a participação da presidenta da República, Dilma Rousseff, e do ministro da Educação, Aloizio Mercadante.

    Para a presidenta, o papel do Pronacampo é assegurar oportunidades para a população do campo. “Nós estamos apostando que uma nova geração vai se beneficiar de tudo que fazemos nesta, mudando a feição do campo brasileiro e garantindo que ele será um lugar digno e de qualidade para se morar e se criar os filhos”, afirmou Dilma.

    De acordo com o ministro, o Brasil é um grande produtor de alimentos, mas tem uma dívida com as populações camponesas. “Nós temos, aproximadamente, 30 milhões de pessoas que vivem no campo, o Brasil é a segunda maior agricultura do mundo, produz 300 bilhões de dólares e exporta quase 95 bilhões de dólares, no entanto nós não temos uma política específica de educação para a população que vive no campo brasileiro”, disse Mercadante.

    No Brasil existem 76 mil escolas rurais, com mais de 6,2 milhões de matrículas e 342 mil professores. O Pronacampo vai estabelecer um conjunto de ações articuladas que atenderá escolas do campo e quilombolas em quatro eixos: gestão e práticas pedagógicas, formação de professores, educação de jovens e adultos e educação profissional e tecnológica.

    Entre as ações previstas no programa estão o fortalecimento da escola do campo e quilombola, que já em 2013 receberá material pedagógico adequado às especificidades da vida do campo. Por meio do programa Mais Educação, 10 mil escolas do campo passaram a oferecer educação integral.

    Professores – Serão oferecidos cursos de licenciatura para formação de professores e cursos de aperfeiçoamento. Na área rural, 46,8% dos professores não tem licenciatura. Serão estabelecidos 200 polos da Universidade Aberta do Brasil (UAB) para auxiliar na formação desses professores.

    O programa prevê a oferta de 180 mil vagas pelo Pronatec Campo (parte do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego, Pronatec) para formação tecnológica de jovens e trabalhadores do campo, a construção de 3 mil novas escolas e investimentos em infraestrutura.

    Durante a cerimônia, Dilma Rousseff assinou medida provisória que inclui as escolas dos Centros Familiares de Formação por Alternância (CEFFAS) no Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb). Também foi encaminhado ao Legislativo projeto de lei que altera a Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB), estabelecendo medidas referentes ao fechamento das escolas do campo e exigindo que sejam ouvidos os conselhos estaduais e municipais de educação. Palavras-chave: educação básica, educação no campo, Pronatec, Pronacampo.

    Discurso do ministro Aloizio Mercadante na cerimônia de lançamento do Pronacampo: Ouça

    Informações retiradas da Assessoria de Comunicação Social do MEC.

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