• As Ewês Medicinais: da África ao Brasil

    Date: 2018.11.08 | Category: Sem categoria | Response: 4

    Bom dia queridos alunos! Tudo bem?

    Ossain é detentor de todos os segregos das Ewê (folhas, ervas, plantas), suas atribuições e usos medicinais. Conta a lenda que Ossain havia recebido de Oloduramaré o segredo d as ervas. Estas eram de sua propriedade e ele não as dava a ninguém, até o dia em que Xangô se queixou à sua mulher, Oiá-Iansã, senhora dos ventos, de que somente Ossain conhecia o segredo de cada uma dessas folhas e que os outros deuses estavam no mundo sem possuir nenhuma planta. Oiá levantou suas saias e agitou-as impetuosamente. Um vento violento começou a soprar. Ossain guardava o segredo das ervas numa cabaça pendurada num galho de árvore. Quando viu que o vento havia soltado a cabaça e que esta tinha se quebrado ao bater no chão, ele gritou: “Ewé O! Ewé O!” (” Oh! As folhas! Oh! As folhas!”), mas não pôde impedir que os deuses as pegassem e as repartissem entre si . Ossain vive na floresta, em companhia de Àrònì, um anãozinho, comparável ao saci-pererê, que tem uma única perna e, segundo se diz no Brasil, fuma permanentemente um cachimbo feito de casca de caracol enfiado num talo oco cheio de suas folhas favoritas. Um exemplo de ewê é a arruda, planta aromática usada contra maus fluidos e olho-grande. Suas folhas miúdas são aplicadas nos “bori”, banhos de limpeza ou descarrego, o que é fácil de perceber, pois se o ambiente estiver realmente carregado a arruda morre. Ela é também usada como amuleto para proteger do mau-olhado. A arruda é também aplicada contra a verminose e reumatismos, além de seu sumo curar feridas. Para esta postagem o aluno deve descrever alguma planta medicinal que conheça ou utilize. O texto descritivo é um tipo de texto que envolve a descrição de algo, seja de um objeto, pessoa, animal, lugar, planta, acontecimento, e sua intenção é transmitir para o leitor as impressões e as qualidades. Como atividade complementar o aluno pode escutar a música “Ossain (Bamboxê)”, composição de Antonio Carlos Pinto, Jocafi, Ildásio Tavares (Link:  https://www.youtube.com/watch?v=15yGT-D-5Fc ).

    Ossain (Bamboxê)

    Composição: Antonio Carlos Pinto, Jocafi, Ildásio Tavares

    3x

    Aguê, aguê

    Ialaduiê, evilalá é

    É de Luanda

    3x

    Ewe-ô Ossain

    Ewe-ô

    3x

    Bamboxê

    Me aguemirô

    Aê-aê  (Aguê Aguê)

    (Antonio Carlos e Jocafi, no LP Cada Segundo / 1972).

  • Mestre Moa do Katendê: Moço Lindo do Badauê!

    Date: 2018.10.18 | Category: CECMundoRural | Response: 6

    Image result for moa do katende

    Bom dia queridos alunos! Tudo bem?

    Nascido em Salvador, Moa do Katendê era um artista ligado às tradições afro-baianas. Compositor, dançarino, capoeirista, ogã-percussionista, artesão e educador, descobriu suas raízes aos oito anos de idade no “Ilê Axé Omin Bain”, terreiro de sua tia e incentivadora.

    Em 1977, consagrou-se campeão do Festival da Canção Ilê Aiyê, o primeiro bloco afro do Brasil, e em maio de 1978 fundou o “Afoxé “Badauê”, que desfilou pela primeira vez no ano seguinte e se tornou campeão do carnaval na categoria de afoxé.

    Em 1995, com a união de colegas e admiradores da cultura afro brasileira, surge o grupo de afoxé “Amigos de Katendê”, que neste mesmo ano participou do carnaval em São Paulo na Cohab José Bonifácio. Em 1996 o grupo viaja a Salvador reintegrando os componentes do “Badauê” e outros afoxés e desfila no carnaval, estabelecendo assim um intercâmbio entre Bahia e São Paulo. Atualmente, o mestre ministrava oficinas de afoxé na Bahia, Sudeste e Sul do Brasil e na Europa e era o coordenador geral do afoxé “Amigos de Katendê”.

    Mestre Moa do Katendê falava sobre a “reafricanização” da juventude da Bahia e do processo batizado por Antonio Risério de “reafricanização” do carnaval na Bahia, e atribui este processo a própria dinâmica interna da vida baiana

    O mestre de capoeira e compositor Romualdo Rosário da Costa, 63 anos, conhecido como Moa do Katendê, foi morto a facadas na madrugada de segunda-feira, 8 de outubro, após uma discussão política no Bar do João, na comunidade do Dique Pequeno, no Dique do Tororó, em Salvador.

    Os alunos devem ler o material de apoio a seguir e elaborar um artigo de opinião, de no máximo quatro parágrafos, para postagem (escrita via celular ou computador) no blog de aula.  O artigo de opinião é um tipo de texto dissertativo-argumentativo onde o autor tem a finalidade de apresentar determinado tema e seu ponto de vista. Possui as características de um texto jornalístico e tem como principal objetivo informar e persuadir o leitor sobre um assunto. Assim, a argumentação é o principal recurso retórico utilizado nos artigos de opinião, que surgem sobretudo, nos textos disseminados pelos meios de comunicação, seja na televisão, rádio, jornais ou revistas. Por esse motivo, esse tipo de texto geralmente aborda temas da atualidade, sendo muito pedido nos vestibulares e concursos públicos. Bom trabalho!

    Material de Apoio

    “Moço lindo do Badauê”: Moa do Katendê e sua beleza pura pela arte:

    https://www.hypeness.com.br/2018/10/moco-lindo-do-badaue-moa-do-katende-e-sua-beleza-pura-pela-arte/

    Romualdo Rosário da Costa | Mestre Moa de Katende | Bahia 1954: http://danielpenteado.com.br/Mestremoa.html

    Mestre Moa do Katendê: O triste e covarde fim de um capoeira:

    http://portalcapoeira.com/capoeira/mestre-moa-do-katende-o-triste-e-covarde-fim-de-um-capoeira

  • 2º Seminário do Patrimônio Histórico de São José do Rio Preto – SP

    Date: 2018.09.01 | Category: CECMundoRural | Response: 0

    A imagem pode conter: planta e flor

    Painel A lenda do pássaro azul do artista plástico Antonio Hudson Buck na Catedral de Rio Preto – SP.

    Convite a tod@s!

    2º Seminário do Patrimônio Histórico de São José do Rio Preto – SP

    OBJETIVOS DO SEMINÁRIO

    Promover a reflexão sobre as diferentes práticas de atuação na área de Patrimônio Histórico, entre técnicos e especialistas de diferentes instituições, com vistas a produzir e transmitir o conhecimento acumulado para que as pessoas possam reconhecer o valor simbólico dos bens culturais inseridos no contexto em que vivem e atuam.

    PÚBLICO ALVO

    Pesquisadores e estudantes que trabalham e/ou estudam temas relacionados ao patrimônio histórico, a educação patrimonial, dentre outros, representantes da sociedade civil, profissionais da área e a comunidade em geral.

    AGENDA

    Segunda-Feira, 24 de Setembro de 2018
    13h 00min
    Credenciamento
    14h 00min
    Cerimônia de Abertura
    Prefeitura Municipal de São José do Rio Preto – SP
    Secretaria Municipal de Cultura de SJRP – SP
    Coordenação: Arq. Kedson Barbero (Presidente do COMDEPHACT – Rio Preto)
    14h 30min
    Conferência: Evolução de Rio Preto através do Patrimônio Histórico
    Prof. Dr. Romildo Sant’Anna
    16h 00min
    Coffe-Break
    16h 30min
    Conferência: A Preservação do Patrimônio Cultural como Motor do Ordenamento Territorial – Plano Diretor – Revitalização dos Centros Históricos
    Arq. Maria Rita Amoroso (CAU/SP)
    18h 30min
    Exposição e venda de livros, revistas e obras audiovisuais sobre a temática do “Patrimônio Histórico”
    19h 30min
    Conferência: Retrofit: Requalificação de Edifícios Históricos na Contemporâneidade
    Profª. Drª. Paula Vermeesch (FCT / UNESP – Presidente Prudente – SP).

    ***

    Terça-Feira, 25 de Setembro de 2018
    9h 00min
    Sessão de Comunicações
    Prof. Dr. Fábio Fernandes Villela (IBILCE / UNESP / S. J. Rio Preto – SP)
    14h 00min
    Conferência: O Instituto Histórico Geográfico Genealógico de Rio Preto (IHGG) e a Preservação da Estrada Boiadeira
    Antonio Caprio (Presidente do IHGG) e Genésio Mendes de Seixas (Historiador)
    16h 00min
    Coffe-Break
    16h 30min
    Conferência: Acupuntura Urbana
    Arq. Fabiana Zanquetta (Secretária de Habitação de S. J. Rio Preto – SP)
    18h 00min
    Exposição e venda de livros, revistas e obras audiovisuais sobre a temática do “Patrimônio Histórico”
    19h 00min
    Mesa-Redonda: A Questão dos Centros Históricos
    Arq. Lima Bueno, Arq. Delcimar Teodózio e Celia Maria Gomes de Lima (Presidente do Conselho Municipal de Turismo de Rio Preto – SP – COMTUR).

    ***

    Quarta-Feira, 26 de Setembro de 2018
    9h 00min
    Sessão de Comunicações
    Prof. Dr. Fábio Fernandes Villela (IBILCE / UNESP / S. J. Rio Preto – SP)
    12h 00min
    Almoço
    14h 00min
    Conferência: Preservação Patrimônio Moderno
    Arq. Mirthes Baffi (Departamento de Patrimônio Histórico – DPH / Prefeitura São Paulo)
    16h 30min
    Conferência: O COMDEPHACT e a Preservação do Patrimônio em Rio Preto
    Arq. Kedson Barbero (Presidente do COMDEPHACT – Rio Preto)
    18h 00min
    Exposição e venda de livros, revistas e obras audiovisuais sobre a temática do “Patrimônio Histórico”
    19h 00min
    Conferência: Preservação do Patrimônio Cultural no Território Caipira

    Prof. Dr. Fábio Fernandes Villela (IBILCE / UNESP / S. J. Rio Preto – SP)

    22h 00min
    Encerramento
    Arq. Kedson Barbero (Presidente do COMDEPHACT – Rio Preto)

    OBS. Agenda sujeita a alterações.

    INSCRIÇÕES
    DADOS PARA INSCRIÇÃO (Todos os campos são obrigatórios).
    Nome:
    Instituição:
    Endereço:
    Nº:
    Complemento:
    Município:
    UF:
    CEP:
    Telefone:
    Email:
    Não será cobrada taxa de inscrição devido à parceria entre as entidades organizadoras deste evento.

    A participação no evento, com ou sem apresentação de trabalhos, está condicionada à confirmação da inscrição.

    Número de vagas: 200.

    ATENÇÃO: Os CERTIFICADOS de participação serão SOMENTE enviados via e-mail, em arquivo PDF para impressão, em até 30 dias após o término do evento.

    Enviar os dados da inscrição para o e-mail: fabio@fabiofernandesvillela.pro.br

    TRABALHOS

    Requisitos
    Serão aceitos trabalhos de pesquisa concluídos ou em andamento, apresentação de projetos de restauro e/ ou preservação do patrimônio histórico de arquitetura e urbanismo pelos profissionais da área, bem como TFGs sobre a temática do seminário. Os trabalhos selecionados serão publicados no CD-ROM do evento.

    Os artigos e/ou projetos deverão conter a seguinte estrutura: Introdução, Objetivos, Metodologia, Resultado(s), Conclusões e Referências Bibliográficas. A apresentação nas Seções de Comunicações também deverá seguir essa mesma estrutura. Atenção: não serão aceitos trabalhos fora dessas normas. (As apresentações na seção de comunicações deverão seguir esta estrutura).

    Os artigos devem ser encaminhados impreterivelmente até o dia 17 / 09 / 2018 para o endereço eletrônico: fabio@fabiofernandesvillela.pro.br

    Instruções para elaboração dos artigos
    Programa: MS Word for Windows.
    Papel: A4 (210 X297mm)
    Configuração da página: 30 linhas, 70 toques/linha
    Margens: superior: 3,75cm; inferior: 3,75 cm; esquerda: 3,25 cm; direita: 3 cm
    Corpo do texto e bibliografia

    - fonte Times New Roman 12
    - espaço entre linhas: 1.5

    Rodapé: as notas devem constar no pé de cada página

    - fonte Times New Roman 10
    - espaço entre linhas 1

    As referências bibliográficas devem aparecer no corpo do texto, indicando sobrenome do autor, data de publicação, página citada. A referência completa deve constar nas referências bibliográficas ao final do texto.

    As citações devem aparecer no corpo do texto indicando sobrenome do autor, data de publicação, página citada. A citação completa deverá constar nas referências bibliográficas ao final do texto.

    Apresentação formal do texto
    Os textos deverão ser apresentados na seguinte seqüência:

    Título

    Autor

    Titulação acadêmica e vinculação institucional

    Resumo em português (máximo de 8 linhas) e 3 palavras chaves.

    Abstract (máximo de 8 linhas) e 3 keywords.

    Texto

    Bibliografia em ordem alfabética, devem constar somente referências bibliográficas citadas no texto. Seguir a NBR-6023 da ABNT:

    Citação de livros: SOBRENOME, Nome. Título do livro em itálico. Edição. Cidade, Editora, ano, quantidade de páginas.

    Citação de artigos: SOBRENOME, Nome. “Título do artigo”. Título do periódico em itálico, Cidade, vol., nº, p. inicial-final, data.

    Citação de capítulo de livros: SOBRENOME, Nome: Título do capítulo IN: AUTOR (ES) DO LIVRO. Título do livro em itálico. Cidade: Editora, Ano, p. ou pp.

    Anexos: informação original importante ou detalhamento indispensável para a compreensão do texto) Fotos/Figuras/Tabela: devem ser enviados em folha e arquivo, com legenda, citação de fonte e indicação precisa (página e entre quais parágrafos) deve ser inserida no texto.

    Envio do Arquivo para fabio@fabiofernandesvillela.pro.br
    Preencha corretamente o formulário.
    Envie arquivos somente em DOC e/ou DOCX.

    Realização
    PM – SJRPSP – Prefeitura Municipal de São José do Rio Preto – SP
    COMDEPHACT – Conselho Municipal de Defesa do Patrimônio Histórico, Artístico, Cultural e Turístico de São José do Rio Preto – SP
    SMC – Secretaria Municipal de Cultura – São José do Rio Preto – SP
    CAU – Conselho de Arquitetura e Urbanismo
    IAB – Instituto dos Arquitetos – São José do Rio Preto – SP
    SASP – Sindicato dos Arquitetos no Estado de São Paulo
    DEDU – Departamento de Educação – Instituto de Biociências, Letras e Ciências Exatas – IBILCE – UNESP – São José do Rio Peto – SP

    Apoio
    ARQUITETOS PONTO COM AÇÃO
    Editora Raízes
    PROEX – Pró-Reitoria de Cultura e Extensão, UNESP
    FUNDUNESP – Fundação para o Desenvolvimento da UNESP
    PORTAL VITRUVIUS – Universo Paralelo de Arquitetura e Urbanismo
    Revista Obras e Dicas

    Local: Teatro Municipal Nelson Castro. Av. Feliciano Sales Cunha, 1020 – Jardim Novo Aeroporto, São José do Rio Preto – SP, 15035-000, tel: (17) 3234-4297.

  • Atividade CCi – PEJA

    Date: 2018.08.30 | Category: CECMundoRural | Response: 9

    O jongo é uma manifestação de roda de samba rural. Conforme o Jongo da Serrinha (2018), o jongo ou caxambu é um ritmo que teve suas origens na região africana do Congo-Angola. Chegou ao Brasil-Colônia com os negros de origem bantu trazidos como escravos para o trabalho forçado nas fazendas de café do Vale do Rio Paraíba, no interior dos estados do Rio de Janeiro, Minas Gerais e São Paulo. A demanda por mão-de-obra para o trabalho na mineração e nas fazendas de café intensificou o tráfico negreiro. Com a decadência econômica de outras regiões do país, uma massa imensa de escravos imigrou para o Sudeste onde, em alguns momentos, mais da metade da população era formada por africanos, a maioria de ascendência bantu (JONGO DA SERRINHA, 2018).

    Era dançado e cantado outrora com o acompanhamento de Urucungo (arco musical banto que originou o atual berimbau), viola e pandeiro, além de três tambores consagrados, utilizados até os nossos dias, chamados de tambu ou Caxambu, o maior – que dá nome à manifestação em algumas regiões – candongueiro, o menor, e o tambor de fricção ngoma-puíta (uma espécie de cuíca muito grande). O jongo é, ainda hoje, bastante praticado em diversas cidades de sua região original: o Vale do Paraíba na Região Sudeste do Brasil, ao sul do estado do Rio de Janeiro e ao norte do estado de São Paulo e na região das Minas e das fazendas de café em Minas Gerais, onde também é chamado “Caxambu” (JONGO, 2018).

    O grande fruto do jongo, sem dúvida, foi o samba. Com seus tambores artesanais feitos de tronco e pele de animal afinados a fogo, o Jongo era o ritmo mais tocado no alto das primeiras favelas. Nas casas dos antigos sambistas e compositores de respeito da velha guarda das escolas de samba, haviam sempre rodas de Jongo. Do ritual de encanto entre jongueiros por meio de poesia de improviso a ser decifrada, surgiram os famosos versos de partido-alto e do samba de terreiro, que devem ser inventados na hora pelo improvisador e respondido pelo desafiante, uma herança clara das rodas de Jongo (JONGO, 2018).

  • Atividade CCI – PEJA

    Date: 2018.06.14 | Category: memórias | Response: 7

    Resultado de imagem para milho crioulo

    Bom dia Amig@s do Mundo Rural! Bom?

    Vamos retomar a temática sobre alimentação e ampliar a discussão sobre a produção de alimentos: produção de milho na roça, industrializado; milho transgênico e orgânico.

    Vamos introduzir o tema da produção de milho na roça a partir de duas canções:

    1) “Rocinha de milho” (Tonico e Tinoco), disponível em:

    https://www.youtube.com/watch?v=ynYNM8-us_U

    2) “Colheita do milho” (Chitãozinho e Xororó), disponível em:

    https://www.letras.mus.br/chitaozinho-e-xororo/167437/

    Vamos também introduzir o debate sobre mudanças atuais quanto à produção de milho (industrializado e transgênico x orgânico) a partir das matérias sobre o tema, disponíveis em:

    “Milho transgênico pode fazer mal à saúde”

    http://www.ihu.unisinos.br/561434-milho-transgenico-pode-fazer-mal-a-saude-dados-sao-revelados-pela-monsanto-apos-acao-judicial

    “Semente de milho orgânico chega ao mercado”, disponível em:

    http://revistagloborural.globo.com/Noticias/Agricultura/Milho/noticia/2014/06/semente-de-milho-organico-chega-ao-mercado.html

    “Milho transgênico pode provocar tumor” https://www.youtube.com/watch?v=3HOjKbdSqvk

    e https://www.facebook.com/BrasilSemMonsanto/posts/1562159240478198:0

    Logo em seguida vamos discutir, em grupo, sobre os aspectos positivos e negativos da atual forma de produção e consumo de alimentos, propondo o resgate de práticas de produção e consumo de alimentos vivenciadas no cotidiano.

    Para finalizar a atividade, vamos desenvolver um texto sobre a temática para ser postado no neste blog. Saudações, Prof. Fábio Villela.

  • Cultura Ambiental na Educação do Campo

    Date: 2017.12.05 | Category: CECMundoRural | Response: 13

    Milho Cunha, Sr. Gonçalves, Jacuí/MG. Foto: Oliver Blanco

    Esta área é para postagem da prática final do conteúdo do projeto, desenvolvido em 2017, que visa à inclusão produtiva da juventude rural e a consolidação de redes socioeconômicas da agricultura familiar no âmbito dos territórios rurais, especialmente da região noroeste paulista, considerando as práticas da economia solidária. O projeto procurou desenvolver ações de inclusão produtiva e de agricultura familiar, com vistas à participação da juventude rural e fortalecimento das suas organizações econômicas, contribuindo para a inclusão produtiva e para o desenvolvimento sustentável e solidário do território, em nosso caso, o “território caipira” (Cf. Villela, 2016). A partir dessas duas razões iniciais, desdobram-se outras, quais sejam: a construção de territórios com identidade territorial que favoreça a valorização de produtos locais no mercado, associada a uma perspectiva de desenvolvimento sustentável, envolvendo tanto a abordagem econômica, como a social, ecológica, cultural e política. O projeto procurou combater a exclusão social através da valorização de produtos identificados com o “território caipira” e relacionados ao estabelecimento da formação da identidade local e também o desenvolvimento territorial com base na identidade cultural, com o enfoque da equidade social. Bom trabalho, Prof. Fábio Villela.

    VILLELA, Fábio Fernandes. Cultura ambiental no território caipira: história e saberes tradicionais das mulheres do noroeste paulista. Retratos de Assentamentos. v. 19, p. 323 – 350, 2016. Disponível em: < http://www.uniara.com.br/nupedor/revista-retratos >. Acesso em 21 jan. 2017.

  • Fundamentos da Educação – Prática Final do Conteúdo de Filosofia da Educação

    Date: 2017.11.27 | Category: CECMundoRural | Response: 24

    Mona Lisa (1503–1507).

    Querid@s Alun@s, bom dia! Tudo bem?

    Esta é área da postagem da prática final do conteúdo de Filosofia da Educação. Esse módulo da disciplina abordou, entre outras questões, a Ontologia do Ser Social, a Ontologia da Sociabilidade e do Cotidiano Escolar e a Formação Omnilateral. Na produção do texto da prática final do conteúdo, o aluno(a) deverá dialogar com essa abordagem filosófica da educação. Bom trabalho! Prof. Fábio Villela.

    PS. Abaixo alguns vídeos e websites mencionados em sala de aula:

    A Vida de Leonardo da Vinci – Parte 1/2 – Filme Completo

    https://www.youtube.com/watch?v=gk1XeiyhXXI

    Página do Leonardo Da Vinci no Facebook

    http://www.facebook.com/leonardo.page

    Da Vinci’s Demons – Trailer (Série de TV)

    https://www.youtube.com/watch?v=vgg9nnALFGA

    Paideia Escuela Libre

    https://www.youtube.com/watch?v=yVkCfclROaI

    Sem Terrinha em Movimento – parte 1

    http://www.youtube.com/watch?v=DbR48kN5BYk

    Escola Nacional Florestan Fernandes – Um Sonho em Construção (MST)

    http://www.youtube.com/watch?v=5HfY1jbaifc

    Cuba: Uma escola de solidariedade

    https://www.youtube.com/watch?v=b-Gfqls-EUE

    Pedagogia Histórico-Crítica: Dermeval Saviani:

    https://www.youtube.com/watch?v=Y_1XO11Il94

  • Excursão Didática: Conhecendo a Vida Rural e as Lutas pela Reforma Agrária: uma Vivência com os Assentados em Promissão – SP

    Date: 2017.10.25 | Category: CECMundoRural | Response: 0

    A imagem pode conter: 1 pessoa, texto

    Bom dia a tod@s!

    Gostaria de convidar a tod@s para a excursão didática para o Assentamento Reunidas em Promissão – SP. A atividade se chama “Conhecendo a Vida Rural e as Lutas pela Reforma Agrária: uma Vivência com os Assentados em Promissão – SP”. Será dia: 04-11-2017 (sábado), das 7h as 19h. Carga Horária: 12h. Vale como AACCs. A excursão didática será monitorada pelos companheiros do NARA (Núcleo Ação pela Reforma Agrária – Rio Preto).

    Quem estiver interessado enviar nome completo, RA e RG para: fabio@fabiofernandesvillela.pro.br

    Programação

    Rio Preto: 8h:00h. – saída.

    Promissão: manhã – Estudo do Meio: visita ao lote do Luis para compreender a produção agroecológica dos assentados; almoço – 12:00h.; tarde – Mística dos 30 anos do Assentamento Reunidas – Promissão – SP: para rememorar a luta constante e as caminhadas dos/as companheiros/as assentados e acampados.

    Rio Preto: 19:00h – chegada.

    O que o aluno deve levar: dinheiro para almoço (R$10,00). O ônibus é de graça (lotação máxima de 42 lugares). É importante que o participante se disponha de: sapatos fechados, chapéu/boné, camisa de manga longa, protetor solar e repelente para os mais sensíveis aos insetos.

    Maiores informações: fabio@fabiofernandesvillela.pro.br

    Importante: para melhor se preparar para a visita e compreender as lutas dos assentados, assistir aos vídeos abaixo:

    Assentamento Reunidas – “O Casamento da Terra”:

    https://www.youtube.com/watch?v=YrZaEQYXcKo

    Padre Josimo Morais Tavares – “Raimunda a Quebradeira”:

    https://www.youtube.com/watch?v=T86hl-CIhTA

    Mística do MST:

    https://www.youtube.com/watch?v=oTsAMvffccE

    Até lá, saudações, Prof. Fábio Fernandes Villela.

    APOIO:

    NARA-RP – Núcleo Ação pela Reforma Agrária – Rio Preto

    CAPED – Centro Acadêmico “Wilson Cantoni” da Pedagogia – Ibilce – Unesp – Rio Preto

    CPT – Comissão Pastoral da Terra – Promissão – SP

    Coletivo Minervino de Oliveira

  • Módulo 2 – Território Caipira: Saúde no Solo

    Date: 2017.07.03 | Category: CECMundoRural, Sem categoria | Response: 4

    Resultado de imagem para cromatografia pfeiffer

    Bom dia amig@s do mundo rural! Tudo bem?

    Esta é a área para a postagem de um breve relato das atividades do módulo 2 do curso: “Território Caipira: Saúde no Solo”. Vocês devem fazer uma reflexão, de no máximo 2 parágrafos, sobre à temática desenvolvida nos dias 01 e 02 de julho, a partir da sua experiência e da leitura dos textos do curso.

    Vcs podem dar uma olhada na Cartilha de Saúde no Solo do Eng. Oliver Branco:

    https://pt.slideshare.net/OliverBlanco01/cartilha-da-saude-do-solo-cromatografia-de-pfeiffer

    Abraços, Prof. Fábio Villela.

  • Módulo 1 – Território Caipira: Saúde no Solo

    Date: 2017.06.05 | Category: CECMundoRural | Response: 4

    Resultado de imagem para el abc de la agricultura organica

    Bom dia amig@s do mundo rural! Tudo bem?

    Esta é a área para a postagem de um breve relato das atividades do módulo 1 do curso: “Território Caipira: Saúde no Solo”. Vocês devem fazer uma reflexão, de no máximo 2 parágrafos, sobre à temática desenvolvida nos dias 03 e 04 de junho, a partir da sua experiência e da leitura dos textos do curso.

    Vcs podem dar uma olhada geral no blog “Saúde no Solo” do Eng. Oliver Branco:  http://oextensionista.blogspot.com.br/2016/01/bokashi.html#.WTVmnlTyuM8

    Abraços e até o próximo encontro, Prof. Fábio Villela.

Nuvem de tags

arte naif arte primitiva moderna assentamento assentamento reunidas assentamentos de reforma agrária campanha fechar escola é crime campanha permanente contra o uso de agrotóxicos e pela vida centro de estudos e culturas do mundo rural cooperativismo educar a cidade educação básica educação cooperativa educação cooperativa e novas tecnologias educação do campo educação patrimonial enff fome fábio fernandes villela fábio villela ibilce insegurança alimentar mst mundo rural música caipira música sertaneja orgulho caipira patrimônio agroindustrial patrimônio histórico pedagogia da viola pedagogia da viola caipira prevenção ao bullying escolar proex projeto de extensão promissão - sp reforma agrária rio preto rio preto - sp segurança alimentar sociologia da educação sociologia rural são josé do rio preto - sp trabalho e educação trabalho no século xxi unesp viola caipira

Categorias

Agenda

dezembro 2018
S T Q Q S S D
« nov    
 12
3456789
10111213141516
17181920212223
24252627282930
31  

Lista de Links

Tópicos recentes

Pesquisar